Uma reunião sucinta mas abrangente de registos audiovisuais dos melhores números de comédia de sempre, que são re-encenações de tropos antigos: Who's On First, Dead Parrot, Modern Times, Safety Last, Duck Soup.
Em forma: Rossini e Beethoven, colonização e epidemias, Dostoievski, meteorologia igual a climatologia, Kanye West, MEGA, o fim das tradutoras, amores virtuais, cartoons e...
Ano novo: madrinhas de guerra, Elon Musk, Kierkegaard e Dreyer, burguesia racista, Severino Ngoenha, teatralidade, filosofia na FCUL, dress stories, porcos fascistas, o cânone, Nonesuch Records.
Posição editorial sobre assuntos pontualmente mal debatidos no discurso público: o assédio moral, o assédio sexual e as relações pessoais no mundo universitário.
Boas Festas: igreja e 1ª república, educação e cidadania, creditação jornalística, caricatura e IA, porto de Leixões, democracia participativa, livro de horas de D. Manuel, o literato político português, a escuridão branca e o piolho viajante.
Algumas criaturas da vida pública portuguesa dão uma importância desmedida à carteira profissional, mas há um trabalho que os jornalistas não fazem e que aqui fazemos: investigar em que países é que a creditação é exigida para exercer jornalismo.
A indignação pífia de algumas jovens "tudólogas" com caricaturas feita com IA numa rede social leva-nos a revisitar um pouco a história do género, onde estabelecemos que em nada diferem da tradição de representação humorística de figuras públicas, e que a sátira é permitida tanto na lei portuguesa como nas plataformas sociais em geral.