Rubrica já habitual em que, com a ajuda das magníficas críticas da Notre Dame Philosophical Review, trazemos aos nossos leitores alguns títulos recentemente lançados do mercado editorial da filosofia, que vão desde obras generalistas até a estudos mais especializados.
Rubrica dedicada a palavras mal usadas a que pontualmente acrescentamos exemplos contemporâneos — e às vezes esse critério pode ser tão estrito como a recorrência do uso de determinada palavra ao longo de um período curto de poucos meses.
Uma reunião breve mas abrangente de registos audiovisuais dos melhores números de comédia de sempre, destacando também como muitas vezes se tratam de re-encenações de tropos antigos: Who's On First, Dead Parrot, Modern Times, Safety Last, Duck Soup.
Em forma: Rossini e Beethoven, colonização e epidemias, Dostoievski, meteorologia igual a climatologia, Kanye West, MEGA, o fim das tradutoras, amores virtuais, cartoons e...
Ano novo: madrinhas de guerra, Elon Musk, Kierkegaard e Dreyer, burguesia racista, Severino Ngoenha, teatralidade, filosofia na FCUL, dress stories, porcos fascistas, o cânone, Nonesuch Records.
Posição editorial sobre assuntos pontualmente mal debatidos no discurso público: o assédio moral, o assédio sexual e as relações pessoais no mundo universitário.
Boas Festas: igreja e 1ª república, educação e cidadania, creditação jornalística, caricatura e IA, porto de Leixões, democracia participativa, livro de horas de D. Manuel, o literato político português, a escuridão branca e o piolho viajante.