InícioRubricaO Assento das Ensinanças

O Assento das Ensinanças

Um documento inédito de 1369 sobre a avaliação de bens de um cidadão para servir na guerra

Um documento inédito encontrado num pergaminho obscuro e remoto sobre a avaliação de bens de um cidadão para servir na guerra, datado de 6 de Agosto de 1369.

Sobre a Arte de Escrever História na Cronica dell’Anonimo Romano, séc. XIV

Excerto de A Cronica dell'Anonimo Romano, do séc. XIV, com um prólogo muito interessante, onde o Cronista declara o seu gosto pela arte de escrever História.

D. João I e o Recrutamento dos Besteiros do Conto, 1417

Mais um documento logístico sobre carácter complexo dos Besteiros do Conto, um pergaminho onde o Rei D. João I dá instruções ao anadel-mor sobre o recrutamento dos soldados.

Os inéditos bens do Concelho de Óbidos na Era de c.1391 – 1420

Lista com os inéditos bens do Concelho de Óbidos, na era de c.1391 - 1420, do Tombo do Concelho de Óbidos, na coleção Documentos dos Concelhos Medievais Portugueses.

As Cortes Medievais de Portugal — sistematização e superioridade

Sobre as Cortes Medievais do Reino de Portugal, onde se faz uma sistematização do seu funcionamento e se argumenta da sua superioridade face a um órgão deliberativo comum.

Quando D. Dinis encontrou o maior peixe que já havia visto

Há coisas que podem abalar uma Nação inteira: crimes hediondos, um grande terramoto, a corrupção, etc. Em 1321, D. Dinis viu-se obrigado a fazer um atestado público ao Reino por razão de uma destas hecatombes: ele encontrou o maior peixe que já havia visto. Ora vejam a carta.

O mais antigo tratado económico entre o Reino de Portugal e o de Inglaterra, de 1353

O mais antigo tratado económico celebrado entre o Reino de Portugal e o Reino de Inglaterra, outorgado a 20 de Outubro de 1353, por Afonso Martim Alho, mercador do Porto, a mando do Augusto Senhor D. Afonso IV, traduzido do Inglês Medievo. 

Contos engraçados de Marcos Mendes, Cidadão da Lisboa de Quinhentos

Contos engraçados de um Cidadão da Lisboa de Quinhentos chamado Marcos Mendes sobre o seu quotidiano e conversas com outrem. 

Sobre o uso das cores no olhar quotidiano medieval, usando a vila de Guimarães

Tendo por base o artigo "Um esboço das cores da cidade, entre o público e o privado, na Idade Média" de Maria da Conceição Falcão, aqui se demonstra o uso variado das cores no olhar quotidiano, usando a vila de Guimarães como um exemplo prático.

Investigação mandada pelos Bispos de Lamego e Coimbra aos milagres de Santa Isabel

Uma investigação mandada fazer pelos Bispos de Lamego e Coimbra aos milagres de Santa Isabel; isto no ano de 1336, passavam onze anos da sua morte; um documento que não é do conhecimento geral, por isso se transcreve aqui na íntegra.

Sobre o assassinato do Conde Andeiro

Sobre o assassinato do Conde Andeiro: mais do que uma mera exposição, uma análise das características por detrás deste acontecimento que passam despercebidas aos olhos de muita gente. Fernão Lopes é, nesse aspeto, muito minucioso a descrevê-lo.

Um episódio curioso de 1483, contado pela Chancelaria de D. João II

Um episódio curioso passado em 1483, contado pela Chancelaria de D. João II, no livro 26, f. 124v.

Os primórdios do Reino Suevo: de onde vêm e como à Ibéria foram parar, um estudo histórico.

Sobre os Suevos na Ibéria: a entrada que S. Isidoro de Sevilha faz à sua Suevorum Historica, embora curta e ambígua, traz-nos uma ideia particularmente interessante a respeito do primeiro Rei Suevo na Ibéria, Hermerico.

Explicação de um Povoado Medieval pela Imagem

De uma obra, chamada "Livro das Fortalezas", que contém uma quantidade satisfatória de Fortalezas do Reino, desde o Algarve até Viana. Esta publicação tem o intuito particular de analisar um dos exemplos desses desenhos, com uma análise concisa dos seus atributos.

Como D. Pedro I defende os pobres numa carta de 1351

A maneira como hoje se tem a percepção a respeito dos nossos Reis é muito enviesada por um fenómeno erróneo que coloca a sociedade dos governados em um panorama segregado à sociedade fantasiosa dos Reis. Vejam como D. Pedro I defende os pobres nesta carta de 1351, e concluam.