O legado japonês em Macau, frequentemente ignorado, marcou profundamente a história macaense desde os primeiros contactos dos portugueses no Japão em 1543. Influenciou o comércio (nau preta Macau-Nagasáqui), costumes (chiquia, norimono, quimono), gastronomia (bolo supião, mochi, Chá Gordo) e religião, além de arquitectura e identidade.
Em “Do Uso do Conhecimento na Sociedade” (1945), Hayek explica que o conhecimento está disperso por milhões de mentes e só os preços livres o transmitem eficientemente. O planeamento central falha por não acessá-lo, gerando escassez. A economia é descoberta via competição, não engenharia.
A study aimed to explore the relationship between expure to digital devices during the COVID-19 pandemic and the number of first referrals for suspected Autism Spectrum disorder.
Uma celebração do discurso epidíctico na literatura portuguesa: paronomásias, jogos vocálicos e retórica exuberante como essência literária, contra a preferência nacional por prosa seca minimalista e anti-retórica desde o século XVIII.
Sobre como milhões de pessoas se submetem voluntariamente a um tirano que só tem poder porque elas lho concedem. A liberdade é natural ao homem, mas o hábito da obediência e o costume transformam a servidão em algo aceite: basta recusar obedecer para que o tirano caia por si. Texto de Étienne de la Boétie, de 1549.
Onde se debate a historiografia e a filosofia política portuguesa, analisando as críticas de Raul Proença ao integralismo lusitano e a contraposição de António José de Brito. Evidenciam-se os argumentos de Proença, que prevaleceram na análise académica, desenvolvidos na Revista Seara Nova, enquanto a crítica de Brito surge num contexto não académico inicial da sua carreira.
As Humanidades Digitais têm sido fundamentais no resgate e divulgação de autoras portuguesas esquecidas. Através de digitalizações, bases de dados e projetos online, devolvem visibilidade a vozes femininas do passado, facilitando o acesso a biografias e obras, e contribuindo para a inclusão no cânone literário português.
A era presente é reflexiva, prudente e desprovida de paixão: delibera em vez de agir, cria ilusões de atividade através da publicidade e da abstração. Contrasta com a era revolucionária pela inércia e nivelamento, onde o “público” fantasma domina. O indivíduo perde-se na reflexão; só a paixão e a decisão religiosa o libertam. Excertos de Kierkegaard, 1986.
Baseados num estudo de 1985, analisamos a origem rural maioritária da população de Alfama no séc. XX, via migrações em cadeia e articulações urbano-rurais, em contraste com a actualidade: perda de 80% dos residentes, envelhecimento, gentrificação e turistificação, segundo Censos 2021 e Diagnóstico Social 2025.
O autor fala do seu livro Rebenta a Bolha! Autoajuda para uma esquerda deprimida, diagnosticando a crise do modelo democrático-liberal (fim da centralidade ocidental, do contrato social e das classes médias, ascensão da direita autoritária e oligarquia digital) e defende que a esquerda deve disputar esse espaço através de uma abordagem irónica e experimental.
O conceito de “marca portuguesa” está longe de ser linear. Quando observamos um relógio com um nome português no mostrador, o que estamos verdadeiramente a ver? Um produto concebido em Portugal? Um objecto fabricado cá? Uma marca registada em território nacional? Ou apenas uma ideia portuguesa produzida no estrangeiro?
As Humanidades Digitais têm sido fundamentais no resgate e divulgação de autoras portuguesas esquecidas. Através de digitalizações, bases de dados e projetos online, devolvem visibilidade a vozes femininas do passado, facilitando o acesso a biografias e obras, e contribuindo para a inclusão no cânone literário português.
Metafiction in video games evolved from playful fourth-wall breaks in 1980s titles like Zork and StarTropics to profound self-referential loops in Space Quest III/IV and ontological twists in Monkey Island 2. We explore how interactivity amplifies self-awareness across decades, turning players into co-authors of the deconstruction in classics and modern experiments alike.
O legado japonês em Macau, frequentemente ignorado, marcou profundamente a história macaense desde os primeiros contactos dos portugueses no Japão em 1543. Influenciou o comércio (nau preta Macau-Nagasáqui), costumes (chiquia, norimono, quimono), gastronomia (bolo supião, mochi, Chá Gordo) e religião, além de arquitectura e identidade.
Galeria com obras de Artur Durão, licenciado em Artes Plásticas - Pintura - pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, com actividade plena na área e galardoado com vários prémios.
Baseados num estudo de 1985, analisamos a origem rural maioritária da população de Alfama no séc. XX, via migrações em cadeia e articulações urbano-rurais, em contraste com a actualidade: perda de 80% dos residentes, envelhecimento, gentrificação e turistificação, segundo Censos 2021 e Diagnóstico Social 2025.
Os baixos salários em Portugal resultam da estagnação da produtividade, não de má vontade patronal. Numa economia de baixo valor que compete por preço, com elevada fiscalidade sobre o trabalho e pressões migratórias, reformas estruturais são essenciais para crescer a riqueza antes de redistribuir.
O legado japonês em Macau, frequentemente ignorado, marcou profundamente a história macaense desde os primeiros contactos dos portugueses no Japão em 1543. Influenciou o comércio (nau preta Macau-Nagasáqui), costumes (chiquia, norimono, quimono), gastronomia (bolo supião, mochi, Chá Gordo) e religião, além de arquitectura e identidade.
Em “Do Uso do Conhecimento na Sociedade” (1945), Hayek explica que o conhecimento está disperso por milhões de mentes e só os preços livres o transmitem eficientemente. O planeamento central falha por não acessá-lo, gerando escassez. A economia é descoberta via competição, não engenharia.
A study aimed to explore the relationship between expure to digital devices during the COVID-19 pandemic and the number of first referrals for suspected Autism Spectrum disorder.
Imagens que passais pela retina: o “ódio” é o novo “sexo”, a música na aprendizagem, o debuxo nos lanifícios, ressonâncias do piano no cinema, a prevalência global da homossexualidade, o uso das cores na vila medieval, contos quinhentistas engraçados, quem decide do que gostamos, novidades na filosofia, as três Marias, a política continua cristã, a desordem como conhecimento, sobre trabalho e ciganos, a psicologia das multidões, when Harry met Sally, malhão de ir ao meio, obras de Carla dos Santos.
Uma celebração do discurso epidíctico na literatura portuguesa: paronomásias, jogos vocálicos e retórica exuberante como essência literária, contra a preferência nacional por prosa seca minimalista e anti-retórica desde o século XVIII.
Conversa com Márcia Marto sobre os bastidores da revisão textual: do rigor gramatical à verificação de factos, passando pelos prazos editoriais e pela relação delicada entre a voz do autor e a clareza para o leitor.
Insatisfeito com o emprego, um indivíduo cria uma comissão para "preservar a casa portuguesa", que rapidamente incha em Instituto com dezenas de funcionários, viagens e altos custos, satirizando a burocracia estatal parasitária. Texto de Vasco Pulido Valente publicado originalmente no Diário de Notícias, a 5 de Fevereiro de 1984.
O conceito de “marca portuguesa” está longe de ser linear. Quando observamos um relógio com um nome português no mostrador, o que estamos verdadeiramente a ver? Um produto concebido em Portugal? Um objecto fabricado cá? Uma marca registada em território nacional? Ou apenas uma ideia portuguesa produzida no estrangeiro?
Lista com os inéditos bens do Concelho de Óbidos, na era de c.1391 - 1420, do Tombo do Concelho de Óbidos, na coleção Documentos dos Concelhos Medievais Portugueses.
O socialismo e o milagre da multiplicação dos peixes, um livro de investigadores do ISCTE, leis laborais mais rígidas que reduzem a precariedade jovem. Com estes ingredientes todos, já se sabe o que aí vem, não é?
Sobre como milhões de pessoas se submetem voluntariamente a um tirano que só tem poder porque elas lho concedem. A liberdade é natural ao homem, mas o hábito da obediência e o costume transformam a servidão em algo aceite: basta recusar obedecer para que o tirano caia por si. Texto de Étienne de la Boétie, de 1549.