Ricardo Fortunato

Política, Saúde Mental e Comunicação Institucional nas Redes

Sobre comunicação institucional na internet do século XXI: como as instituições lidam, e como podem lidar melhor, com a selvajaria cognitiva e comunicacional das redes sociais na contemporaneidade.

Acerca da Histeria Bovina nas Redes Sociais quanto a Afirmações Comuns

Sobre a histeria bovina das redes sociais e como afirmações comuns — não propriamente inteiramente certas nem inteiramente erradas — acerca de medicina, saúde e bem-estar podem estalar o clamor acéfalo das multidões.

As Várias Gradações do “Negacionismo”

Sobre a falta de critério, preguiça mental ou impulso censório proto-totalitário que existe quando se abarcam todas as posições cépticas acerca das campanhas de vacinação de 2020 como "negacionistas".

Sobre micromanifestações na Faculdade de Letras de Lisboa

Sobre uma birra de quinze manifestantes na Faculdade de Letras de Lisboa, em 2022, interpretada como uma "manifestação" e amplificada pela comunicação social e pelas redes sociais, na defesa de posições não correspondentes à opinião da maioria dos estudantes.

Os Desencontros da Comunicação Institucional: Futebol, Editoras e Filosofia

Em mais um episódio alarmista sobre "racismo", em 2022, ninguém se entende: os dirigentes do futebol e as associações cívicas, as editoras de livros, e os professores de filosofia. Tudo intermediado pela pouco esclarecedora comunicação social.

A Falácia do “Paradoxo da Tolerância” de Karl Popper

Denúncia de como a leitura do famoso “paradoxo da tolerância” de Karl Popper popularizada por um famoso cartoon que circula na internet é uma distorção grosseira das palavras do filósofo, que nunca advogou cancelamentos nem restrições do discurso.

Sobre Liberdade de Pensamento e de Expressão nas Democracias Liberais e no Resto do Mundo

Nota editorial sobre como as universidades só se podem colocar ao lado do tipo de sociedade onde as liberdades de pensamento e de expressão de facto existem, e não das sociedades onde essas liberdades tendencialmente ou em absoluto não existem.