Crónica
Habitação e Metafísica
A propósito de escassez de imobiliário habitacional, reflecte-se sobre como a concepção de bens materiais em Portugal associa-os não a processos concretos que os trazem à existência, mas a uma materialização de constituintes metafísicos, alicerçada na pior versão da moral judaico-cristã — a do comiseramento erótico na pobreza e na escassez.
Crónica
Política, Saúde Mental e Comunicação Institucional nas Redes
Sobre comunicação institucional na internet do século XXI: como as instituições lidam, e como podem lidar melhor, com a selvajaria cognitiva e comunicacional das redes sociais na contemporaneidade.
Crónica
Acerca da Histeria Bovina nas Redes Sociais quanto a Afirmações Comuns
Sobre a histeria bovina das redes sociais e como afirmações comuns — não propriamente inteiramente certas nem inteiramente erradas — acerca de medicina, saúde e bem-estar podem estalar o clamor acéfalo das multidões.
Crónica
As Várias Gradações do “Negacionismo”
Sobre a falta de critério, preguiça mental ou impulso censório proto-totalitário que existe quando se abarcam todas as posições cépticas acerca das campanhas de vacinação de 2020 como "negacionistas".
Crónica
Sobre micromanifestações na Faculdade de Letras de Lisboa
Sobre uma birra de quinze manifestantes na Faculdade de Letras de Lisboa, em 2022, interpretada como uma "manifestação" e amplificada pela comunicação social e pelas redes sociais, na defesa de posições não correspondentes à opinião da maioria dos estudantes.
Crónica
Os Desencontros da Comunicação Institucional: Futebol, Editoras e Filosofia
Em mais um episódio alarmista sobre "racismo", em 2022, ninguém se entende: os dirigentes do futebol e as associações cívicas, as editoras de livros, e os professores de filosofia. Tudo intermediado pela pouco esclarecedora comunicação social.
Crónica
A Falácia do “Paradoxo da Tolerância” de Karl Popper
Denúncia de como a leitura do famoso “paradoxo da tolerância” de Karl Popper popularizada por um famoso cartoon que circula na internet é uma distorção grosseira das palavras do filósofo, que nunca advogou cancelamentos nem restrições do discurso.
