Comunicação institucional na internet do século XXI: sobre como as instituições lidam, e como podem lidar melhor, com a selvajaria cognitiva e comunicacional das redes sociais na contemporaneidade.
A histeria bovina nas redes sociais e como afirmações comuns — não propriamente inteiramente certas nem inteiramente erradas — acerca de medicina, saúde e bem-estar podem estalar o clamor acéfalo das multidões.
Sobre uma birra de quinze manifestantes na Faculdade de Letras de Lisboa, em 2022, interpretada como uma "manifestação" e amplificada pela comunicação social e pelas redes sociais, numa leitura em nada correspondente à opinião da maioria dos estudantes.
Em mais um episódio alarmista sobre "racismo", em 2022, ninguém se entende: os dirigentes do futebol e as associações cívicas, as editoras de livros, e os professores de filosofia. Tudo intermediado pela pouco esclarecedora comunicação social.
Sobre a leitura do famoso “paradoxo da tolerância” de Karl Popper popularizada por um famoso cartoon que circula na internet ser uma distorção grosseira das palavras do filósofo, que nunca advogou cancelamentos nem restrições do discurso.
Nota editorial sobre como as universidades só se podem colocar do lado do tipo de sociedade onde as liberdades de pensamento e de expressão de facto existem, e não das sociedades onde essas liberdades tendencial ou absolutamente não existem.