O conto de fadas em Paula Rego tem o tom de revolta de uma mulher-cão: contradictio in terminis assumida pela pintora, que surge retratada como um ser estranho — anjo perverso e vingativo — com algo de belo, mas intocável e intangível.
Sobre a sistematicidade e a robustez do pensamento de Teixeira de Pascoaes, e um aspecto pouco referenciado, por insuspeito, que é o seu mordaz sentido de humor.