O autor fala do seu livro Rebenta a Bolha! Autoajuda para uma esquerda deprimida, diagnosticando a crise do modelo democrático-liberal (fim da centralidade ocidental, do contrato social e das classes médias, ascensão da direita autoritária e oligarquia digital) e defende que a esquerda deve disputar esse espaço através de uma abordagem irónica e experimental.
Onde se debate a historiografia e a filosofia política portuguesa, analisando as críticas de Raul Proença ao integralismo lusitano e a contraposição de António José de Brito. Evidenciam-se os argumentos de Proença, que prevaleceram na análise académica, desenvolvidos na Revista Seara Nova, enquanto a crítica de Brito surge num contexto não académico inicial da sua carreira.
Nacionalismo é um tema que pervade a obra – não só poética – de William Butler Yeats. É de complicada definição, que não se restringe à política, com a qual o poeta, aliás, expressa em várias ocasiões a sua desilusão – exprimindo até aversão à palavra “política” – algo que é particularmente sentido no volume The Tower (1928), que será neste ensaio o principal foco.