Revisitar o conceito de Belo, com Platão e Aristóteles, Idade Média e Tomás de Aquino: não restabelecer os valores estéticos deixados pela Antiguidade e pela Idade Média, mas retornar ao marcos deixados por eles.
Sobre como Tolkien recria o herói: não o aristocrata com dons divinos à maneira grega, mas o comum, como Samwise e Giles, que pela lealdade, amor e coragem frente ao inesperado se tornam grandes. O heroísmo, em Tolkien, nasce no ordinário e floresce em atos de sentido e sacrifício.