A pílula contraceptiva e a emancipação sexual feminina: um mergulho na revolução que representou o dito artifício médico em prol da autonomia sexual, da mitigação da gravidez indesejada e da obsolência da vasectomia.
A propósito de escassez de imobiliário habitacional, reflecte-se sobre como a concepção de bens materiais em Portugal associa-os não a processos concretos que os trazem à existência, mas a uma materialização de constituintes metafísicos, alicerçada na pior versão da moral judaico-cristã — a do comiseramento erótico na pobreza e na escassez.
Uma galeria deprimente de monumentos à revolução do 25 de Abril de 1974 em espaços públicos dos municípios portugueses, parte da grande tradição de péssimas obras públicas comemorativas na democracia posterior a esse período.