Num romance de Ondjaki, o rapazinho Ndalu vive uma série de peripécias no seu dia-a-dia, muito vivas, muito pueris, convivendo com a família e com quem lhe é próximo: é com estes preceitos que assim se desenvolve um romance de formação.
Uma reflexão sobre como algumas pontuais e minoritárias objecções a monumentos que celebrem expansões culturais e militares europeias se alicerçam, de forma encapotada, numa espécie de supremacia cultural ocidental.