Sobre o famoso e icónico acessório das campanhas políticas de Donald Trump, o boné MAGA, como signo cultural e mediador social, explorando a história simbólica dos chapéus, teorias de Barthes, Debord e Le Bon, e o seu papel psicológico tribal que acentua divisões políticas nos EUA.
Sobre a película 12 Angry Men (1957) e como a justiça e as leis do cinema concorrem juntas para o amadurecimento de uma absolvição silenciosa dentro de uma sala de jurados não necessariamente silenciosos.
Sobre noções de estado e propriedade e os diálogos que esses conceitos encontram nas obras de dois pensadores europeus da modernidade, Thomas Hobbes e Karl Marx.
Onde se analisa o filme Não há amor maior (1959) de Masaki Kobayashi à luz da visualidade de Nicholas Mirzoeff, explorando o conflito entre a visualidade imperialista (complexo de poder) e a contravisualidade, através da luta de Kaji contra o sistema na 2ª Guerra Mundial.