Reflexão em volta de um filme de Alain Resnais e de um poema de Ruy Belo associados pelo mesmo título e pelo mesmo tópico – a inextricável mistura do amor, da memória, da culpa e da saudade.
Sobre como sociedades modernas, construídas no totalitarismo da ideologia, são formas adaptadas de teocracia, regidas pela obediência cega a uma mundivisão cientista e burocrática.
Onde se analisa o conto Os Amantes de David Mourão-Ferreira, expoente da poesia portuguesa do século XX, para demonstrar a presença de uma poética erótica na sua narrativa, marcada por sensibilidade, intuição e sedução da palavra.
Várias interessantes reflexões sobre os compromissos médicos e filosóficos que se estabelecem na dicotomia e na interação entre fisioterapia e cirurgia.
Uma breve revisão acerca de um dos argumentos mais influentes em favor da tese filosófica do realismo científico, e também sobre três ataques ou desafios que lhe foram dirigidos.
Pensando acerca da dicotomia entre belo e sublime em Immanuel Kant, este ensaio propõe-se a observar o cinema de Andrei Tarkovsky através de uma visão do conceito de sublime.
E se os centros comerciais não imitassem a cidade mas a construíssem? Sobre o futuro do consumo, do comércio a retalho e dos centros comerciais nas cidades em Portugal e na Europa.