Num debruçar atento sobre alguns poemas que compõem Ostinato Rigore (1991) de Eugénio de Andrade, descobre-se a maneira como a “palavra plena”, enquanto ideal de espelho e de imagem da transparência do homem ao homem, é uma exploração constante da perfeição última do silêncio poético.
Análise do romance O Que Fazem Mulheres de Camilo Castelo Branco como metaliteratura oitocentista, destacando prólogos, capítulo avulso, interrupções, erratas e suplemento que refletem sobre a escrita, a ficcionalidade e a virtude da obra ligada a Ludovina.