João Pedro Soares

O “Direito a Olhar” em Não Há Amor Maior, de Masaki Kobayashi

Onde se analisa o filme Não há amor maior (1959) de Masaki Kobayashi à luz da visualidade de Nicholas Mirzoeff, explorando o conflito entre a visualidade imperialista (complexo de poder) e a contravisualidade, através da luta de Kaji contra o sistema na 2ª Guerra Mundial.