Lourenço P. Ribeiro

Ceuta: o erro estratégico da direita ibérica

Em Julho de 2026, cerca de 72 mil pessoas entraram irregularmente em Ceuta. Partidos de direita chamaram-lhe “invasão” patrocinada por Marrocos. Aqui sustenta-se que o episódio é mais complexo — redes sociais, decisão judicial espanhola e política de Sánchez — e que Marrocos coopera no controlo migratório. Defender fronteiras não exige transformar um vizinho estratégico em inimigo.

Danos severos ao Irão: recordando uma necessidade

Como a ideologia do regime iraniano torna inevitável a sua ambição nuclear, legitima as ações militares de Israel e dos EUA como auto‑defesa e sustenta que esses ataques foram decisivos para travar a proliferação nuclear e conter uma ameaça regional.