Onde se aplica a dicotomia kantiana entre belo e sublime ao cinema de Andrei Tarkovsky, explorando o sublime como experiência estética que ultrapassa o entendimento, provoca desconforto e prazer negativo, transcendendo os limites do belo.
Um paralelo entre representações de espaço sexualizado e o que advém desta separação na obra artística de mulheres. Será o espaço nas obras também ele representado como sexualizado, ou a forma como estas são demonstradas servirá como uma crítica a este mesmo conceito?