Sobre a revolução que sintetizadores e samplers proporcionaram à música no século XX, transformando a criação sonora, permitindo novas expressões musicais e redefinindo as relações entre músico e som.
Nos 25 anos da famosa discoteca lisboeta LUX, reflecte-se sobre a destrinça possível entre a feira de vaidades elitistas superficiais e o espaço cultural vanguardista que representa, não esquecendo toda a história por detrás.
Interessante excurso sobre como a noção convencional de música enquanto exclusiva construção cultural humana concreta pode ser estendida e aplicada ao reino dos restantes animais e aos sons que produzem.
Um breve ensaio sobre as ligações entre música contemporânea e música tradicional, descrevendo como as inovações musicais no séc. XX foram buscar influência a tradições primitivas de todos os continentes.
Sobre a qualidade absolutamente paupérrima, em termos formais e conteudísticos, da crítica de música contemporânea em Portugal ao longo de todo o período democrático pós-1974, situação que se mantém até ao presente.