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Crítica

Crítica: Dynamics Between Mankind and Nature in Margaret Atwood’s The Handmaid’s Tale and John Feffer’s Splinterlands

Um ensaio sobre as descrições da interacção distópica entre a espécie humana e a natureza em duas obras recentes da literatura norte-americana: The Handmaid’s Tale de Margaret Atwood’s e Splinterlands de John Feffer.

Crítica: Defesa Freudiana de Aspectos de uma Narrativa em Mulholland Drive (David Lynch, 2001)

Um argumento a favor do impulso da interpretação inteligível aplicado até a obras abstractas ou semi-abstractas como Mulholland Drive.

Gabinete de Curiosidades Literárias: O Piolho Viajante (António Manuel Policarpo da Silva, 1802)

Parte de uma rubrica sobre itens literários exóticos, esta dedicada à esdrúxula obra O Piolho Viajante, de 1802.

Avalanche de Marta Chaves: breve nota sobre a sua poesia

Crítica à obra Avalanche de Marta Chaves: do amor aos monósticos e dísticos, os versos demasiado trabalhados sem que os precedentes e posteriores sejam de igual finura, as metáforas vazias e as hipérboles impróprias.

Crítica: Licorice Pizza, Paul Thomas Anderson (2022)

Uma recensão à obra de Paul Thomas Anderson, Licorice Pizza, de 2021, uma história de amor adolescente na América dos anos 70 do passado século.

Crítica: Paula Rego, Secrets & Stories, de Nick Willing, 2017

O conto de fadas em Paula Rego tem o tom de revolta de uma mulher-cão: contradictio in terminis assumida pela pintora, que surge retratada como um ser estranho — anjo perverso e vingativo — com algo de belo, mas intocável e intangível.

Crítica: mother!, Darren Aronofsky, 2017

Na película Mother, de Darren Aronofsky, a associação da figura do Artista ao Deus hebraico — o grande criador por excelência — não é uma ideia nova: mas talvez essa comparação nunca tenha sido explorada de forma tão pungente e destemida, em que Deus e Artista são uma só entidade.