Algumas Obras-Primas da História do Literato Político Português

Galeria com capas de vários volumes do literato político português desde há cinco séculos para cá, juntamente com as respectivas referências.

– “Satisfação Política a Máximas Erradas”, de Duarte Ribeiro de Macedo [1650]. – “Discurso sobre a Introdução das Artes no Reino”, de Duarte Ribeiro de Macedo [1675]. – “Variedades sobre Objectos relativos às Artes, Comércio e Manufaturas”, de José Acúrsio das Neves [1814]. 

– “Arte de Reynar”, de António Carvalho de Parada [1644]. – “Flores de Espanha, Excelências de Portugal”, de António de Sousa de Macedo [1630]. – “Caramuel Convencido”, de António de Sousa de Macedo [1642]. – “Armonia Política dos Documentos Divinos”, idem [1651]. 

– “A Realeza de D. Miguel”, de Miguel Sotto-Mayor [1882]. – “A Inquisição de 1850”, de João de Lemos Seixas Castelo Branco [1850]. – “Ditos Portugueses dignos de Memória”. – “Cartas de um Português aos seus Concidadãos”, de José Acúrsio das Neves [1812]. 

– “Dissertação a Favor da Monarquia”, do Marquês de Penalva [1799]. – “Origem da Nobreza Política”, de Álvaro de Vera [1631]. – “Parnaso Lusitano de Divinos e Humanos Versos”, de Soror Violante do Céu [1733]. – “Gabinete Historico”, de Fr. Cláudio da Conceição [1818]. 

– “História Genealógica da Casa Real Portugueza”, de D. António Cætano de Sousa [1741]. – “Europa Portugueza”, de Manuel de Faria e Sousa [1678]. – Periódico “Acção Realista”, de 1924-26. – Periódico “Ordem Nova”, de 1926-27. 

– “Mappa de Portugal Antigo, e Moderno”, do Padre João Baptista de Castro [1763]. – “Espelho de Lusitanos”, de António Veloso de Lira [1753]. – “Elucidário das Palavras, Termos e Frases que em Portugal antigamente se usaram”, de Fr. Joaquim de Viterbo [1799]. 

– “Livro dos Usos da Ordem de Cister” [1415]. – “Orthografia ou Arte de Escrever e Pronunciar com acerto a Lingua Portugueza”, de João de Morais Feijó [1734]. – “Dissertações Chronologicas e Criticas sobre a História e Jurisprudência Eclesiástica e Civil de Portugal” [1810]. 

– “Manifesto do Reyno de Portugal” [1643]. – “Assento feito em Cortes pelos Três Estados do Reyno de Portugal, da Aclamação […] do Senhor Rey Dom João o Quarto” [1641]. – “Brasões da Sala de Sintra”, de Anselmo Braamcamp Freire [1930]. 

– “Breve notícia dos desacatos mais notáveis acontecidos de Portugal”, de Fr. João de S. Boaventura [1825]. – “Regimento do Santo Ofício”, de D. Pedro de Castillo [1613]. – “Política Predicável e Doutrina Moral do bom Governo do Mundo”, de Fr Manoel dos Anjos [1693]. 

– “Dialogos de Varia Historia”, de Pedro de Mariz [1597]. – “Monarchia Lusitana”, vol. I-VIII [1590-1750]. – “Nobiliarchia Portugueza – Tratado da Nobreza Política & Hereditária”, de António de Villasboas & Sampaio [1676]. 

– “Geografia Historica de todos os Estados Soberanos da Europa”, de D. Luís Caetano de Lima [1734]. – “História de Portugal Restaurado”, de D. Luís de Meneses [1679]. – “Horto do Esposo” [1403]. – “O Livro das Confissões de Martim Peres” [1399]. 

– “Chronica de Cister”, de Fr. Bernardo de Brito [1597]. – Periódico “Defesa de Portugal”, de Alvito Buela Miranda [1833]. – “Dom Miguel e o seu Tempo”, de Hermann Kuhn [1867]. – Manifesto de Sua Majestade Fidelíssima, El-Rei D. Miguel [1832]. 

– Periódico “O Punhal dos Corcundas”, de José Agostinho de Macedo. – Periódico “A Contra-Mina”. Etc. 

Partilhar Artigo:

Mais Artigos

Evento inesperado e cómico na Corte de D. Pedro de Portugal, aquando da receção do Francês Mathieu de Gournay, em 1366

Na Era de 1366, segundo narra o Cavaleiro e Cronista Francês Bertran du Guesclin, ocorreu um evento inesperado e cómico na Corte de D. Pedro de Portugal, aquando da receção do Francês Mathieu de Gournay, a propósito de menestréis.

Há um “Patriarcado”? Vantagens e Desvantagens de Cada Sexo no Ocidente Hoje

Análise quantificada detalhada sobre vantagens e desvantagens de cada sexo no Ocidente hoje. Com base nestes dados, não é razoável nem sustentável afirmar que existe um “patriarcado” no sentido de um sistema estrutural de dominação masculina absoluta ou opressão sistémica das mulheres.

Desvio em Relação ao Objectivo Sexual

Freud lembra-nos como a aproximação das mucosas dos lábios em forma de beijo está tão distante do objectivo sexual normal da cópula como o uso de outras partes do corpo, concluindo-se que todas as perversões são relativas; excertos de Três Ensaios para a Teoria da Sexualidade, 1914.

Sobre Abraçar Jacarandás

Durante milhares de anos, o homem aproximava-se de uma árvore para sacar dela madeira, sombra, fruto, abrigo ou, em caso de extrema necessidade, um sítio onde enforcar alguém. O lisboeta contemporâneo aproxima-se para lhe transmitir afetos. É progresso, dizem. Não é. Eu diria antes que é o estágio terminal do conforto.