Com base em Stuart Hall, descreve-se o cinema como espaço crítico (activo, de recepção negociada/contrária) ao mesmo tempo que escapista (passivo). Historicamente é refúgio (Grande Depressão, actualidade com blockbusters), mas o pensamento crítico é essencial.
A Rosa Púrpura do Cairo (Woody Allen, 1985) é uma ode ao cinema, ao sonho e à barreira/fusão entre ficção e realidade. Cecilia escapa à dura vida na Depressão através dos filmes, mas a personagem Tom Baxter salta da tela. Explora-se o escapismo, o duplo actor/personagem, livre arbítrio e a magia ilusória do cinema versus a crua realidade.
Os filmes Citizen Kane, Network e Bombshell exploram diferentes formas de jornalismo: idealista, sensacionalista e activista feminista, demonstrando ética, manipulação e poder no media.