Uma breve monografia em torno do Estádio do Restelo, com a intenção de demonstrar a importância deste espaço enquanto um verdadeiro repositório da identidade coletiva da zona de Belém, em Lisboa.
Sobre de que modo os Jogos Olímpicos podem ser considerados práticas culturais imateriais, utilizando mais especificamente as suas cerimónias de abertura enquanto principal foco de debate, devido à sua imanente natureza cultural e política.
Sobre como os espaços desportivos são capazes de transcender a sua materialidade e imobilidade para serem constituídos enquanto repositórios da memória coletiva, na medida em que podem ser tidos em conta como mais do que simples instalações destinadas à prática ou à exibição de desportos.