Filipa Alexandra Ribeiro

Tradução e comentário de «SYLVAE», Diogo Pires, em Latim Renascentista em Portugal

Sobre o poema neolatino «SYLVAE» de Diogo Pires (Didacus Pyrrhus Lusitanus), elegia fúnebre a Silva, morto em Alcácer-Quibir (1578). Analisa o patriotismo do humanista judeu exilado, o lamento pela pátria em declínio e o paralelismo entre a morte do amigo e a crise dinástica portuguesa.