A Língu Maquista (patoá), crioulo ásio-português de Macau desde 1553, foi vernáculo até meados do séc. XX, mas sem política de ensino e gestão, o Estado português acelerou o seu declínio. Este estudo traça essa história e liga a língua à identidade macaense.
O legado japonês em Macau, frequentemente ignorado, marcou profundamente a história macaense desde os primeiros contactos dos portugueses no Japão em 1543. Influenciou o comércio (nau preta Macau-Nagasáqui), costumes (chiquia, norimono, quimono), gastronomia (bolo supião, mochi, Chá Gordo) e religião, além de arquitectura e identidade.