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Crítica

Crítica: Vanguarda e Kitsch (Clement Greenberg, trad. João R. Figueiredo, 2018), Lisboa: Imprensa da Universidade de Lisboa

Recensão crítica a um conjunto de ensaios que captam as teorias da arte de um dos mais famosos críticos do sec. XX, Clement Greenberg, profusamente ilustrada com obras da pintura moderna.

Crítica: Hillbilly Elegy; [Lamento de uma América em Ruínas] (Netflix, 2020)

Nesta adaptação de uma biografia rural norte-americana, vemos Ron Howard, insuspeito autor da tradição hollywoodiana dos melodramas para a família, na sua vocação e costume de privilegiar, em primeiro plano, a lírica cinematográfica, e tendencialmente secundarizar algum comentário social que possa estar presente na narrativa.

Review: Normal People (2020, adapted from Sally Rooney) — Disclosing so Much With Few Words

Adapted from Sally Rooney’s 2018 book, Normal People is a 2020 TV miniseries that tells the story of Connell and Marianne’s relationship through the years. Connell is the popular high school jock with a bookish side, while Marianne is the bullied intelligent rich girl at the bottom of the social hierarchy.

Crítica: Os Últimos Escritos (trad. António Pescada), Lev Tolstoi, 2018

Esta compilação de textos curtos pode justificar-se por serem vestígios da segunda vida de Tolstoi: são, de um ponto de vista unívoco, textos de renúncia.

Family Romance LLC (Werner Herzog, 2019) – O Papel da Ficção no Novo Real

“A 30 de Abril de 1999, Werner Herzog subiu ao palco do Walker Cinema em Minneapolis e proferiu o que ficou para a posteridade conhecido como a Declaração de Minnesota, a primeira vez que Herzog explicou a sua teoria de ‘verdade extática’.”

A Literatura Como Meio De Luta Aos Totalitarismos. O Combate Ao Extremismo Islamista Através De 2084, De Boualem Sansal

Existem no mundo contemporâneo no qual nos movemos divergências acerca do que temos vindo a confrontar nos últimos anos, nomeadamente a noção identitária que engloba a sociedade de hoje. No coração da Europa, a França é o palco de ataques aos ideais democráticos através de atentados terroristas ditos de cariz religioso; mais concretamente, islâmico.

Crítica: Tenet (2020), espionagem e Nolan em piloto automático

A melhor obra do realizador mediano Christopher Nolan, até agora, é aquela em que o género do filme de espiões o ultrapassa e deixa o autor em piloto automático.