"O Conde da Castanheira, que estava preso numa torre de Setúval pediu a El-Rei Nosso Senhor que lhe mudasse a prisão porquanto estava indisposto: & El-Rei Nosso Senhor usando de sua natural benignidade o mandou trazer para o Castelo de Lisboa." — e muito mais.
Servem os seguintes apontamentos não para exercer qualquer tipo de ataque pessoal, mas simplesmente para apontar que muito provavelmente existe um problema grave, aliás, vários problemas graves, com o perfil de pessoa que nos dias de hoje exerce jornalismo.
Quem viveu os anos 90 recordar-se-á da figura de Boris Ieltsin. O Ocidente estimava muito o líder russo, em parte, precisamente, pelo seu papel no colapso da URSS, mas também pelo seu compromisso para com valores ocidentais como a democracia e o mercado livre.
É conhecido, no linguajar popular, que aquando da primeira menstruação “deixou de se ser menina e já se é mulher“. A isto acresce a concepção moderna de "adolescência", baseada em critérios adicionais de maturidade psicológica, autonomia sexual e maioridade cívica. Aqui debatemos estes pontos.
Numa peça do jornal Expresso, tivemos finalmente acesso mais extenso e detalhado a relatos das cinco denunciantes que expuseram, em ocasiões diferentes e em graus distintos, supostos abusos morais e sexuais da parte de figuras de relevo do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Aqui comentamos, com enorme cepticismo, essas alegações.