São estas pessoas políticos, activistas, criminosos? Tendo todas actividade civil, política e criminosa, como nos devemos referir-nos a elas quando as citamos em colóquio, quando as entrevistamos na imprensa, ou em conversa informal?
Relembrando, pela 1105ª vez, a famosa falácia do “paradoxo de Popper”, o paradoxo da tolerância, commumente mal interpretada pelos leigos, desta vez a propósito de vandalismo político.
Onde se destacam quatro personagens unidas por um critério vastamente abstracto e sem nexo aparente. Fica ao critério do leitor encontrar as semelhanças, as diferenças, ou somente as associações que levaram ao seu encontro nesta publicação.
Sobre uma perspectiva pouco familiar para o europeu comum: a arma de fogo como elemento equilibrador que força uma igualdade no mundo dos confrontos físicos activos ou latentes.
Sobre a passarola, um engenho desenhado pelo Padre Bartolomeu de Gusmão, no século XVIII, fantasioso dispositivo visionário na área da aeronáutica especulativa.