Onde se tenta ensinar ao jornal Expresso como é que se faz uma reportagem sobre uma exclusão de um jornalista de uma conferência privada, em 2024, sem sensacionalismos e sem corporativismo.
Sugestões de cinema sobre películas de duração muitíssimo extensa, com alguns dos filmes mais longos de sempre que se apresentam quer em formato narrativo quer em formato experimental, sempre fora dos limites temporais habituais.
A proeminência da mulher trabalhadora no séc. XIX veio da visibilidade pela industrialização, não do aumento do trabalho feminino. O discurso sobre diferenças biológicas justificava salários menores e segregação laboral. O determinismo biológico que as ligava à maternidade e domesticidade, replicado por patrões, economistas e políticos, gerou divisão sexual do trabalho e assimetria salarial.
Sobre a indústria de publicação pornográfica clássica, desde os meados do século XX até aos dias de hoje, assim como um pouco do ramo audiovisual da mesma, nos seus suportes tradicionais, antes do advento do digital.
Sobre as características do género literário da poesia bucólica na antiguidade, também tendo em vista o contraste da contemporaneidade com o locus amoenus desta poesia.
Uma breve crónica sobre o uso suspeito, discutível, e muitas vezes absolutamente errado e perverso da expressão “o lado errado da história”, que pressupõe várias falácias e vários interesses frequentemente não declarados.
Sobre palavras mal usadas: mais um capítulo da rubrica que por vezes evocamos como lembrete de correcção geral em relação a alguns vocábulos de uso comum equivocado.