Os Artigos Mais Lidos de 2022

Temos um enorme gosto em apresentar os três artigos mais lidos de 2022, cujos autores presenteamos com um vale de 15€ da wook para cada um, a que se seguem também cinco menções honrosas.

Temos um enorme gosto em apresentar os três artigos mais lidos de 2022, cujos autores presenteamos com um vale de 15€ da wook para cada. São eles “O Direito (Jurídico) de Resistência: Legítima Defesa e Dever de Obediência”, de Pedro Tiago Ferreira, “Influenciador Post-Mortem? A Opinião Pública Online sobre António de Oliveira Salazar, 50 anos após a sua morte”, de Beatriz Fernandes da Silva, e “Democratic Peace Theory: Kant’s Heritage and Its Flaws”, de Tiago Rocha Correia. Muito obrigado aos autores!

Seguem-se quatro ou cinco menções honrosas (já sem prémio, infelizmente). São estas “O Close-Up e o Rosto Feminino na História do Cinema”, de Marta Silva de Almeida, “Relações entre Fotografia e Poesia no Mesmo Objeto Artístico”, de Vítor Alves Silva, “O Papel da Ciência Durante as Pandemias”, de Miguel Prudêncio, “Sobre micromanifestações na Faculdade de Letras de Lisboa”, de Ricardo Fortunato, e “O Teatro de Ópera no Rio de Janeiro durante a Primeira República (1889-1930) – Identidade Musical na Sociedade e na Cultura”, de Luciano Botelho da Silva. Mais uma vez, os nossos agradecimentos a todos os autores!

Partilhar Artigo:

Mais Artigos

Da Lógica de Aristóteles à Lógica de Frege: Introdução para Iniciados

A lógica silogística aristotélica, assente em proposições sujeito-predicado, mostra-se eficaz para classes simples, mas estruturalmente limitada perante relações e quantificadores aninhados. Frege, ao introduzir a estrutura função-argumento e os quantificadores modernos, elaborou um sistema muito mais expressivo, que a contém como caso particular e constitui o fundamento da lógica contemporânea e da filosofia analítica.

Reflexões

Ancestralmente guardamos, enquanto espécie humana, a experiência da morte. Os exemplos que seguem talvez sejam alguns dos que o atestam sobretudo no plano da experiência individual.

Na mesa de café

Diálogo fantasioso entre Narciso Goldmundo, pombo-correio, que abandona a profissão por se ter tornado mero espectáculo com a chegada dos media e redes sociais, e José Wagner. Reflecte sobre a perda de missão, a liberdade e a obsolescência do intermediário humano num mundo de mensagens automáticas.

O fim do fim do fim de uma era

Viagem autobiográfica fragmentada que, via episódios pessoais (doença em Atenas, alergias, trabalho precário, relações e academia), formula "leis” existenciais e sociais: estupidez natural, capitalismo sem rosto, patriarcado, precariedade e o fim de ciclo da identidade e da democracia.