ESCRITA(S) NO FEMININO, por Ana Paula Santos, Licenciada em Humanidades (Universidade Aberta), Mestranda em Estudos de Língua Portuguesa (Universidade Aberta), Projecto Senhoras das Letras (Instagram e Facebook)
Apontamentos biográficos
Maria Amália Vaz de Carvalho nasceu no dia 1 de Fevereiro de 1847, em Lisboa, onde viria a falecer no dia 24 de Março de 1921. Descendente de Sá da Miranda e do Padre António Vieira, tornou-se figura incontornável na sua época, particularmente dedicada a assuntos prementes da instrução feminina. Dotada de elevada cultura e sensibilidade, conquistou um lugar nas Letras Portuguesas através da edificação de uma obra vasta e diversificada, dividida entre a poesia, os contos, os ensaios, as notas biográficas e a literatura infanto-juvenil. Maria Amália foi amplamente apreciada pelas valorosas contribuições no espaço editorial e na imprensa da época, tanto em Portugal, como no Brasil.
Maria Amália Vaz de Carvalho foi uma escritora singularmente fecunda, prestigiosa e prestante. Não contando com as Páginas Escolhidas, traduções, prefácios e pequenos artigos que não coligiu em livro e, por vezes, nem subscreveu, deixou vinte e cinco obras, uma das quais – a monumental Vida do Duque de Palmela – em três grossos volumes.
A sua influência como guia de louváveis aspirações educativas das mulheres portuguesas e brasileiras, como orientadora do apetite intelectual de milhares de leitores, é unanimemente reconhecida e nem uma exemplar modéstia a pôde negar (Barros, 1961: VII).

Fonte: Barros,1961, p. XXV.
Parte da adolescência e início da idade adulta decorreu no Palácio de Pintéus, na freguesia de Santo António do Tojal, em Loures, onde deu a conhecer o seu trabalho criativo, com cerca de 18 anos, através da leitura pública de alguns versos originais, os quais seriam incluídos n’ Uma Primavera de Mulher. Este livro – o primeiro de muitos – foi publicado em 1867 e é, no fundo, um poema narrativo, em Quatro Cantos, que se inicia com uma dedicatória ao pai:
Ouve-me Pai, da minha lira tímida
Ouso as primícias a teus pés depôr,
E leia n’elas o teu vasto espírito
Humilde preito de infinito amor!
(…)
Só tu meu Pai acolherás solicito
A minha incerta e juvenil canção!
Tu, que de amores me doiraste a infância!…
Me és premio à lira, e ao mal, se o fiz, perdão![1]
Na reunião, encontravam-se alguns notáveis intelectuais, amigos do pai: Bulhão Pato, Latino Coelho, Mendes Leal e Tomás Ribeiro. Este último deu um relevante contributo à publicação de Uma Primavera de Mulher, através da redacção do prefácio “Conversa ao Reposteiro”, no qual dá a conhecer as circunstâncias em que conhece a “auspiciosa musa” – conforme designa a jovem –, para além de tecer merecidos louvores às suas composições poéticas. Transcreve, ainda, o diálogo tido com o pai de Maria Amália, de forma a ilustrar a sua posição perante páginas de tamanha qualidade:

Fonte: Barros,1961, p. XXV.
A autora foi essencialmente educada pela mãe, Maria Cristina de Almeida e Albuquerque, e a ama Maria de Jesus, mas manifestou interesse pelos estudos, desde cedo. Em casa, a mãe ensinou-a a ler através do manual e método de António Feliciano de Castilho. O pai, o deputado José Vaz de Carvalho, estimulou e enalteceu sempre a ocupação académica da filha, revelando orgulho em relação ao seu progresso e conquistas.
Mais tarde, em 1874, após algum tempo de trocas epistolares, Maria Amália contraiu matrimónio com Gonçalves Crespo, promissor poeta parnasiano, estudante em Coimbra e filho de pai português e uma ex-escrava brasileira. Apesar do pouco tempo juntos, devido à morte prematura de Crespo, em 1883 – vítima de bronquite crónica e tendo contraindo, de seguida, pneumonia e tuberculose –, a escritora foi uma esposa feliz e teve no marido um companheiro de vida e das letras, que em nada limitou a construção de um sólido percurso literário. Juntos, construíram um lar, rodeados pelos filhos, Maria Cristina e Luís, e estabeleceram proveitosas parcerias, destacando-se o célebre Contos para os Nossos Filhos[2]. Este livro, dedicado “às mães” e destinados “às crianças”, conforme indicaram os autores, congrega versões de alguns dos contos tradicionais compilados por Hans Christian Andersen e pelos irmãos Grimm, alcançando várias edições.

Fonte: Wikimedia Commons.
Infelizmente, pouquíssimo tempo após a perda do esposo, Maria Amália, grávida, acabou por perder o seu terceiro filho, António Cândido Júnior, imediatamente a seguir ao parto. A situação de viuvez, com dois filhos pequenos a cargo, motivou um trabalho contínuo em periódicos e outras publicações. Tal possibilidade constitui-se como o seu “ganha-pão”, a par das traduções que realizava com frequência e que a dotaram com um conhecimento profundo da literatura da época, em particular das obras de autores francófonos, que via como referência. Para além disto, o salão que dirigia, a partir da sua casa, também lhe garantiu notoriedade no meio cultural.
Viúva e com duas crianças, o trabalho intelectual tornou-se essencial para a manutenção da família. Suas colaborações preenchiam as páginas dos magazines ilustrados e de variedades, que procuravam alcançar público amplo e diversificado, e das folhas diárias, que também se preocupavam em reservar espaço para os temas femininos. Poligrafa versátil, Dona Maria Amália, como era chamada pelos intelectuais e escritores que frequentavam o seu afamado salão da Travessa de Santa Catarina, respondia por traduções, escrevia poemas, contos, ensaios, biografias, crítica literária, além de aconselhar fosse sobre o casamento, a educação de meninos e meninas, a situação e a condição feminina, temáticas perscrutadas sob os mais diversos ângulos, num momento em que os nascentes movimentos em prol da conquista de direitos de cidadania colocavam a questão na ordem do dia (Silva & Luca, 2022: 9-10).
A ligação com o mundo jornalístico já se tinha estabelecido anteriormente, mas nesta altura a colaboração torna-se assídua, possibilitada pelo tio, Luís de Almeida e Albuquerque, proprietário do Jornal do Comércio (Lisboa). Destaca-se, portanto, uma presença abundante de Maria Amália – ou, por vezes, de Valentina de Lucena (sendo este o pseudónimo utilizado) – em vários periódicos portugueses, de que são exemplo A Mulher, Diário Popular, Jornal do Comércio, Diário de Notícias, Ocidente (Lisboa) e Comércio do Porto. No Brasil, foi colaboradora d’ O País, Jornal de Comércio e da revista literária A Mensageira.
No primeiro número de A Mulher, de 15 de Abril de 1879[3], na coluna intitulada “Sotto Voce”, Maria Amália afirmara, sem receios nem rodeios, o seu propósito e missão:
Resta agora saber o que eu venho dizer a meia voz aos leitores da «Mulher». Aos leitores, nada! Às leitoras, tudo que souber. Os jornais em geral são feitos para os homens (…) Ninguém cuida das necessidades intelectuais da mulher; a essa de quem o homem moderno tanto exige, bastam na opinião dele, pela mais absurda das contradições, as gazetas de modas, e o que há de mais ridículo e mais adocicado, uma espécie de rebuçados literários que fabricam para uso das pobres de espírito os confeiteiros charlatães. Eu tenho a audácia de preocupar-me profundamente com o destino da mulher nas sociedades modernas (Carvalho,1879: 9).

Fonte: Hemeroteca Digital de Lisboa.
A vida de ”Dona Maria Amália” foi longa, dedicada às letras, com toda a dedicação e excelência características da sua linha de pensamento e do modo de vida por que se regia. Convicta dos seus ideais e valores morais, assumiu uma postura algo tradicional em relação ao papel da mulher, nomeadamente em relação a determinadas profissões que considerava exclusivamente masculinas. Tal questão fez com que entrasse em colisão com algumas feministas – as feministas da Primeira República –, como Ana de Castro Osório, mais nova e, portanto, com uma visão distinta das igualdades de oportunidades entre homens e mulheres. Não obstante, não podemos esquecer o quanto a dimensão religiosa era determinante para a compreensão da mulher no seio da família e da sociedade de oitocentos. Maria Amália vivia segundo os rigorosos padrões da fé católica, compreensão essa que nos conduz, na actualidade, a uma aproximação da sua visão relativamente à vocação da mulher na sociedade e no mundo.
Porém, tais incompatibilidades ideológicas não fizeram com que Maria Amália não valorizasse o trabalho de Ana de Castro Osório ou de Virgínia de Castro e Almeida, pelo contrário, enaltecendo o contributo de ambas em prol da literatura dedicada às crianças e tendo chegado a redigir o prefácio d’ A Fada Tentadora, de Virgínia C. Almeida:
A juvenil, sympathica e talentosa auctora d’este conto pede-me que a apresente ao publico (…) Não posso recusar-me ao gentilissimo convite.
Concorre para uma obra de caridade com este precioso obolo do seu espirito, e dá ao mesmo tempo alimento e distração á curiosa phantasia insaciavel das creanças, de quem é a providencia viva, a graciosa e infatigavel educadora.
Em Portugal os livros para creanças escasseiam completamente (…) e a pobre e desherdada infancia portugueza continua condemnada ou a não lêr, ou a lêr estrangeiros (Carvalho, 1931).
Maria Amália viajou pouco. Ainda assim, viveu algum tempo em Paris, documentando a experiência no título Pelo Mundo Fora[4], mas o afastamento da pátria-mãe provocou-lhe um sentimento profundamente saudosista, apesar da ligação estreita que sentira, desde sempre, com a língua e a cultura francesas, tendo como ídolos George Sand (pseudónimo da escritora Amandine Dupin), Honoré de Balzac, Victor Hugo, Anatole France ou Paul Verlaine.
Durante mais de meio século, foi louvada pela sua admirável vocação literária. Homens ilustres como Camilo Castelo Branco, Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão ou Sousa Martins honraram-na com elevada amizade e camaradagem, fazendo da sua acolhedora sala um verdadeiro centro cultural; “o último «salão» de Lisboa, o último oásis de superior convívio intelectual (…), onde uma chama de cativante espiritualidade parecia eternizar-se nos olhos doces de uma mulher que, sempre franzina e queixosa, ia incansavelmente enriquecendo o património literário nacional” (Barros, 1961: XII). E esta mulher de figura “franzina” – e engenho colossal – foi a primeira mulher a ingressar na Academia das Ciências de Lisboa, tendo sido eleita como sócia-correspondente a 13 de Junho de 1912, abrindo caminho para outras senhoras, como Carolina Michäelis de Vasconcelos.

Fonte: Website da Biblioteca Nacional de Portugal.
Explorações Poéticas
Maria Amália inicia o ofício da escrita em territórios poéticos, embora tenha publicado apenas dois títulos sob o género lírico: Uma Primavera de Mulher, em 1867, e Vozes do Ermo, em 1876. Em ambos os casos, evidenciam-se vestígios expressivos do Romantismo, através dos temas revisitados e das formas das composições. O amor, a tristeza, a saudade, o desalento e a morte são elementos recorrentes, aos quais se acrescentam reflexões em torno das dificuldades inerentes ao próprio universo feminino, onde se inclui o acolhimento da inspiração criativa por parte da Mulher. Como a própria refere, em 1867, no Canto Primeiro do seu monumental poema: “Há muita angústia escondida/ Sob a máscara fingida/ De um sorriso de mulher”[5] (Carvalho, 1867: 58).
Pobre mulher! Ecoa-me
N’est’alma entristecida
Da tua voz dorida
A febril vibração!
Do teu caminho aspérrimo
Ferem-me as sarças duras
E as tuas amarguras
Sinto-as no coração!
(…)
Chora, mulher! As lágrimas
Lavam a dor e o crime!
Bênção do céu sublime
Que nos legou Jesus,
São como o orvalho célico
Descendo à flor pendida;
Trazem aos mortos vida,
Trazem às sombras, luz.[6]
(“Peccadora” in Vozes do Ermo)

Fonte: Website da Biblioteca Nacional de Portugal.


Fonte: Website da Biblioteca Nacional de Portugal.

Fonte: Website da Biblioteca Nacional de Portugal.
Isabel e Fernando a passo lento
Vão pisando as umbrosas alamedas.
Ela visão que envolvem brancas sedas,
Ele estátua de luto e sofrimento.
Ela ajeitando maliciosa e fria
Nos lábios um sorrir de acre desdém;
Adorável, formosa, mas sombria,
Anjo rebelde que do empíreo vem.
Ele tentando em vão fugir ao encanto
Que o encadeia, que o prende, e que o fascina,
E a maldizer a sua horrível sina
E altivo a sofrear jorros de pranto.[7]
(“À sombra do jasmineiro” in Vozes do Ermo)
O título de 1876 conta, ainda, com uma dedicatória à irmã da autora, Maria do Carmo Vaz de Carvalho, assim como composições destinadas à experiência da maternidade e paternidade, de que são exemplo os poemas “Confidências” e “Amor de Pai”.
Evoca ó minh’irmã, n’um ideal cenário
Da nossa mocidade, a efémera visão
E, como quem desfia as contas d’um rosário,
Passa um por um na mente os dias que lá vão.
E depois pede a Deus que a rosa pequenina
De quem tu és luz, o orvalho, a Primavera
Jamais se prenda a ouvir a música divina
Com que nos tenta e ilude o Sonho, a vã Quimera![8]
Termina o mesmo com uma composição dedicada a Gonçalves Crespo: “O Romantismo (a meu marido)”, onde a autora tece inúmeras comparações e recorre a figuras de relevo ou míticas, tais como Rubens, D. João, Fausto, René ou Ofélia. No final, manifesta que os trabalhos notáveis dos autores Sardou ou Dumas são uma forma de atenuar a ausência do “apagado brilho” a que foi sujeito o seu amado astro parnasiano.
A Consagração na Prosa
A prosa ocupa a maior parte da obra da autora. Quer em formato de conto, quer através de artigos de opinião ou reflexões, Maria Amália construiu uma significante “comunidade”, fruto dos seus perspicazes pensamentos. O seu propósito foi sempre promover a fraternidade e a igualdade entre os Homens, rumo a uma sociedade mais justa.
Temas como o ideal cristão assente na bondade ao próximo, o enaltecimento de certas figuras do seu tempo, a crítica à mesquinhez e pequenez da sociedade – incluindo a superficialidade do modo de vida –, mas também o próprio papel da mulher portuguesa e a necessidade da sua instrução constituem-se como o foco do seu trabalho. Os títulos Alguns Homens do meu Tempo, Cartas a uma Noiva, Coisas d’Agora, Figuras de Hoje e de Ontem, Mulheres e Crianças ou Às Nossas Filhas: Cartas às Mães expressam bem o universo ideário de Maria Amália.

Fonte: Website da Biblioteca Nacional de Portugal.
Mulheres e Crianças, dedicado à sua mãe – “companheira constante e fiel” –, assumia o propósito de chamar a atenção para a problemática da educação da mulher, na medida em que o tema se mantinha como “grande problema” por resolver. Ao longo de cerca de 300 páginas, a autora descreve problemas e apresenta soluções, debruçando-se sobre a vivência de mulheres distintas, incluindo as mais pobres e criticando duramente as mulheres de classe alta, que, segundo a própria, deram origem a um novo “produto”: a “mulher de sala” – vazia e isolada da sua real missão, enquanto companheira do marido e educadora dos filhos.
Educar a mulher é arrancá-la, na infância, ao seu berço fôfo e tépido de beijos, e levá-la por caminhos duma majestade austera que ela nunca trilhou; é prepará-la para a grande luta moral que é a Vida (…) é associá-la, pela compreensão e pela simpatia, a todos os trabalhos e investigações do homem moderno (…) é levá-la a compenetrar-se do seu papel providencial na família, e achá-lo grande, útil, elevado, digno de saciar as mais levantadas ambições (…) Não basta, porém, exprimir tudo o que se ousa esperar da mulher de amanhã; é preciso também lançar um olhar demorado e justo ao que é a mulher hoje.
Só assim poderão compreender-se os erros que é preciso desarraïgar, os preconceitos que é indispensável destruir, a distância enorme que temos de transpor para chegar ao momento da sua completa e salutar transformação (Carvalho, 1938: 11-12).
Considerações Finais
Maria Amália Vaz de Carvalho deixou-nos um legado ímpar; uma obra essencialmente educativa, também destinada a gerações posteriores. No entanto, constatamos facilmente que, apesar de possuir um currículo vasto e diversificado, onde sobressai uma preocupação primordial com a educação da mulher – e da mulher enquanto educadora –, a autora é apenas mais um nome que passa habitualmente despercebido na História de Portugal, assim como uma breve referência em livros do passado ou em Dicionários de Literatura.
Contrariando este olvido que teima em persistir, a Biblioteca Nacional de Portugal disponibiliza alguns títulos em versão digital[9], digitalizados a partir das edições originais – muitas delas primeiras edições –, de que são exemplo: Vozes do Ermo, Alguns Homens do meu Tempo, Cartas a uma Noiva ou Ao Correr do Tempo. Por outro lado, outros títulos têm vindo a ser recuperados por projectos digitais, em formato de reedição e sujeitos a uma certa actualização ortográfica, como podemos usufruir através das publicações produzidas pela equipa do Projecto Adamastor (vide https://projectoadamastor.org/mulheres-e-criancas-maria-amalia-vaz-de-carvalho/ ) ou da Bibliotrónica Portuguesa (vide https://bibliotronicapt.pt/autor/maria-amalia-vaz-de-carvalho/ ).
Cabe-nos a nós, leitores do presente, procurar os preciosos vestígios do passado e captar, através das palavras desta grandiosa senhora, o entendimento de um mundo agora distante e, porventura, causador de alguma estranheza por habitarmos uma época diferente e estarmos sujeitos a uma vivência naturalmente distinta. Porém, que o façamos através de uma atitude de abertura do espírito, uma atitude necessária para a própria compreensão do contexto histórico em apreço, mas também da História de Portugal.
Espero que tal desígnio se cumpra, a bem do resgate da autoria feminina portuguesa, mas principalmente do equilíbrio entre experiências e visões, confrontando, por fim, o carácter predominantemente masculino do Cânone Literário Português!
A rubrica Escrita(s) no Feminino pretende, acima de tudo, aproximar leitores a leituras à margem do Cânone, lançando, desde logo, um desafio a cada receptor: que confirme por si a pertinência de inúmeras vozes silenciadas, ao longo dos tempos, ainda que, na época, as mulheres em análise tenham sido alvo de admiração e elevação.
Recursos bibliográficos
Almeida, Virgínia de Castro e. A Fada Tentadora. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1931 (2ª edição)
Barros, Teresa Leitão de. Escritoras de Portugal (volume II). Lisboa: Tipografia António O. Artur, 1924, pp. 219-278
Barros, Teresa Leitão de. Maria Amália Vaz de Carvalho. Lisboa: Edições Panorama, 1961
Buescu, Helena Carvalhão (coordenação). Dicionário do Romantismo Literário Português. Lisboa: Editorial Caminho, 1997, pp. 79-80
Cabral, Alexandre. Dicionário de Camilo Castelo Branco. Lisboa: Editorial Caminho, 2003, pp. 175-176
Carvalho, Maria Amália Vaz de. Uma Primavera de Mulher. Lisboa: Typographia Franco-Portugueza,1867
Carvalho, Maria Amália Vaz de. Vozes do Ermo. Lisboa: Livraria Editora de Mattos Moreira e C.ª, 1876
Carvalho, Maria Amália Vaz de. Mulheres e Crianças. Notas sobre Educação. Porto: Editora Educação Nacional, 1938 (4ª edição)
Carvalho, Maria João Lopo de. As Revolucionárias. Doze Mulheres Portuguesas Desobedientes. Lisboa: Sibila Publicações, 2023, pp. 23-52
Silva, Ana Cláudia Suriani e Luca, Tania Regina. Maria Amália Vaz de Carvalho, Conversas Lisbonenses e Outros Escritos. Campinas: Editora FE – Unicamp, 2022, pp. 7-17
- Grafia actualizada segundo o Acordo Ortográfico (AO) de 1945. ↑
- Publicado em 1886 (1ª edição). ↑
- Vide https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/AMulher/AMulher_item1/P1.html . ↑
- Possivelmente publicado em 1896. ↑
- Grafia actualizada segundo o AO de 1945. ↑
- Grafia actualizada segundo o AO de 1945. ↑
- Grafia actualizada segundo o AO de 1945. ↑
- Grafia actualizada segundo o AO de 1945. ↑
- Vide https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records?search=&sort=-PURL_ID,_score&perpage=10&page=2&&page=1&refine%5bCreator%5d%5b%5d=Carvalho%2C%20Maria%20Am%C3%A1lia%20Vaz%20de%2C%201847-1921 . ↑
