A grande força desta película vem de apresentar uma história de amor primariamente como um processo adversarial, construído com base em conflitos insanáveis, e não, como é mais comum na narrativa pós-romântica e contemporânea, em descrições de encontros e compatibilidades.
Sobre uma editora de música, a Ocora, da Radio France, com dezenas de registos de tradições de locais do mundo mais obscuros e menos conhecidos para a psique ocidental, como as infindáveis tradições locais da África e da Ásia profundas.
Não é esclarecedor chamar a Smile ou à sua produção de labiríntica, como se fosse impossível de ser concluída. Muitos alinhamentos possíveis serviriam como conclusão, por isso convém não confundir a sobrecarga mental e o falhanço com a noção de obra impossível, que Smile não é.
A associação #naopartilhes, à primeira vista, pretende prevenir a partilha de conteúdos sem consentimento; porém, várias falácias, contradições e aversão à crítica levam a suspeitar que possa ser um mero veículo de auto-promoção dos seus dirigentes.
Sobre dimensões pouco conhecidas para o leitor comum presentes em peças dramáticas da antiguidade: o uso de tropos boçais, uma alegoria com proto-comunismo e esboços de feminismo anti-patriarcal.
Duas séries de sugestões de cinema: uma, dedicada a filmes com o mar — ou águas — e marinheiros; outra, a filmes com camiões de transporte de longo curso, ou motoristas, servindo de cenário ou de adereço.