A propósito de conflitos bélicos em particular, reflecte-se sobre que tipo de sociedade é que permite o trabalho universitário e que tipo de sociedade é que não o permite — e consequentemente que posição é que a universidade deve tomar em certos conflitos.
Excertos de As Mulheres do meu País, de Maria Lamas, um livro de 1948 que pretendia retratar a vida das mulheres portuguesas (maioritariamente pertencentes ao mundo rural) na época.
Sobre o último trabalho da série cinematográfica Indiana Jones, um filme de aventuras construído sobre uma estrutura quase irrepreensível que lida com todos os problemas da série e com as expectativas dos espectadores.
A pílula contraceptiva e a emancipação sexual feminina: um mergulho na revolução que representou o este artifício médico em prol da autonomia sexual, da mitigação da gravidez indesejada e da obsolescência da vasectomia.
Sobre um manifesto de mulheres francesas de 2018 que se solidariza com acusações de abuso sexual mas que censura de forma veemente e eloquente a condenação da sedução erótica, da livre comunicação entre pessoas adultas, e argumenta a favor do “direito a importunar como fundamental à liberdade sexual”.
Sobre o papel fundacional da literatura, a par da pintura, na obra do cineasta americano David Lynch e como nela o uso profundamente simbólico e poético da palavra se emparelha exemplarmente com as imagens.
Em “mother!”, de Aronofsky, o escritor (Bardem) cria um poema que transforma o mundo e atrai multidões fanáticas à casa onde vive com a companheira (Lawrence). Alegoria violenta sobre criação literária e física, civilização vs. selvajaria, com simbolismo bíblico e referências a fanatismo e caos.