Ana de Oliveira Sérgio

Literatura e Liberdade na Pop de Lana Del Rey, PJ Harvey e Lorde

Sobre o enorme contraste entre o lirismo maduro, rico e especificamente feminino de três intérpretes de pop contemporâneo, Lana Del Rey, Lorde e PJ Harvey, e algumas das figuras mais comuns desse género na segunda década do sec. XXI (Taylor Swift, Katy Perry).

Crítica: Hillbilly Elegy; [Lamento de uma América em Ruínas] (Netflix, 2020)

Nesta adaptação de uma biografia rural norte-americana, vemos Ron Howard, insuspeito autor da tradição hollywoodiana dos melodramas para a família, na sua vocação e costume de privilegiar, em primeiro plano, a lírica cinematográfica, e tendencialmente secundarizar algum comentário social que possa estar presente na narrativa.

Crítica: Tenet (2020), espionagem e Nolan em piloto automático

A melhor obra do realizador mediano Christopher Nolan, até agora, é aquela em que o género do filme de espiões o ultrapassa e deixa o autor em piloto automático.

Metafiction in Harvey (Mary Chase and Henry Koster, 1950)

An investigation into the metafictional properties of Harvey, a 1950's movie with James Stewart about an imaginary giant rabbit.

Crítica: Horse Girl (2020) e a representação da equizofrenia

Sobre a obra de Jeff Baena e Allison Brie que retrata a experiência esquizofrénica na primeira pessoa.

Crítica: Joker (2019) e o super-herói no universo Joaquin Phoenix

Segundo o realizador, o projecto Joker não introduz Joaquin Phoenix, o protagonista, no universo dos super-heróis, mas sim introduz este universo no mundo de Joaquin Phoenix.

Crítica: Twin Peaks: The Return (2017), David Lynch e Mark Frost

Uma breve análise à terceira temporada da famosa e revolucionária série televisiva de David Lynch, escrita in media res.