Guerra na Madeira, ciberespaço e Dédalo, Aristóteles e Édipo Rei, Ricardo A. Pereira, hipermodernidade, belo e transgressão, reis e moedas, música tradicional, Smile, a Febre de Maria João, e mais.
Sugestões de literatura, em particular de filosofia, em que contamos com os conselhos sábios da Notre Dame Philosophical Review, a partir dos quais recomendamos estas oito obras.
Uma marca de T-shirt’s e itens do dia-a-dia com design de autor subordinado a uma fórmula muito precisa: a associação de filósofos, artistas e algumas celebridades de relevo a uma palavra forte que em geral estabelece um contraste desafiante com a personalidade em causa.
Litoral e interior, celulose, e-sports, japão, 25 Abril (correcções, desenhos, jornalismo, analogias), o eros de Bataille, coméstica, psicomúsica, relojoaria, mutantes, neologismos irritantes e mais.
A nossa celebração da revolução de 1974, que inclui correcções históricas, a constatação de que ninguém celebra abril, a comunicação social, homenagem a todos os regimes que nos antecedem, que democracia não significa socialismo, música de intervenção, liberdade académica, monumentos, entre outras coisas.
Desde o advento não só das redes sociais mas também de pessoas que não sabem distinguir entre falar telegraficamente e escrever português decente animámos, na plataforma X/Twitter, uma série de inquéritos informais sobre este tema. Eis os resultados.
Às portas da primavera: orientalismo, cortiça, iluminuras, sensacionalismo, coleccionadores, Ksar Sghir, Fedro, Aristófanes, senhoras e cavalaria, autopsicografia, Lispector, Ondjaki, rasgar quadros, activismo racista, Antero, galerias de arte e estado-tutor.