Litoral e interior, celulose, e-sports, japão, 25 Abril (correcções, desenhos, jornalismo, analogias), o eros de Bataille, coméstica, psicomúsica, relojoaria, mutantes, neologismos irritantes e mais.
Nota editorial de celebração dos cinquenta anos da Revolução de 1974, com correcções históricas, a constatação de que ninguém celebra Abril, a comunicação social, homenagem aos regimes antecedentes, como democracia não significa socialismo, música de intervenção, liberdade académica, monumentos, entre outras coisas.
A pensar não só nas redes sociais, mas também em pessoas que não sabem distinguir entre falar telegraficamente e escrever bem português, realizámos uma série de inquéritos informais sobre neologismos irritantes. Eis os resultados.
Às portas da primavera: orientalismo, cortiça, iluminuras, sensacionalismo, coleccionadores, Ksar Sghir, Fedro, Aristófanes, senhoras e cavalaria, autopsicografia, Lispector, Ondjaki, rasgar quadros, activismo racista, Antero, galerias de arte e estado-tutor.
Foi noticiado no jornal Público um estudo de Ana Rita Alves, do CES, que permitiu aos jornalistas ou à autora concluir que “ciganos têm 43 vezes mais” e “negros 21 vezes mais” probabilidade de serem mortos pela polícia. Isto é totalmente falacioso.
Sobre quatro muito distintos coleccionadores de arte do século XX. O impulso que leva ao coleccionismo pode advir de origens variadas mas, na maior parte dos casos, requer significativos recursos pré-existentes.
A brincadeira algum dia teria de acabar mal. Por brincadeira referimo-nos à recente moda, absolutamente primitiva, animalesca e enamorada da ignorância, de danificar obras de arte, em protesto contra fenómenos à arte completamente alheios como o clima ou as desigualdades económicas.