A pensar não só nas redes sociais, mas também em pessoas que não sabem distinguir entre falar telegraficamente e escrever bem português, realizámos uma série de inquéritos informais sobre neologismos irritantes. Eis os resultados.
Às portas da primavera: orientalismo, cortiça, iluminuras, sensacionalismo, coleccionadores, Ksar Sghir, Fedro, Aristófanes, senhoras e cavalaria, autopsicografia, Lispector, Ondjaki, rasgar quadros, activismo racista, Antero, galerias de arte e estado-tutor.
Foi noticiado no jornal Público um estudo de Ana Rita Alves, do CES, que permitiu aos jornalistas ou à autora concluir que “ciganos têm 43 vezes mais” e “negros 21 vezes mais” probabilidade de serem mortos pela polícia. Isto é totalmente falacioso.
Sobre quatro muito distintos coleccionadores de arte do século XX. O impulso que leva ao coleccionismo pode advir de origens variadas mas, na maior parte dos casos, requer significativos recursos pré-existentes.
A brincadeira algum dia teria de acabar mal. Por brincadeira referimo-nos à recente moda, absolutamente primitiva, animalesca e enamorada da ignorância, de danificar obras de arte, em protesto contra fenómenos à arte completamente alheios como o clima ou as desigualdades económicas.
Sobre plágio que grandes autores de cinema fizeram à obra de autoras menos conhecidas, e sobre a superioridade técnica do filme histórico europeu em relação ao americano nas décadas de 50 e 60 do séc. XX.
Reiteração da nossa chamada para artigos permanente, dedicada a todos os tópicos de relevo universitário: Artes e Letras, Ciências, Engenharia, Direito, Arquitectura, Psicologia, Medicinas, Ciências Sociais, e tudo o resto.