Crónica
11 de Setembro, 25 anos depois
Visto em direto, o 11 de Setembro chocou pela escala e simultaneidade. Depois, o terrorismo tornou-se banal e, na Europa, falta de integração e obsessão identitária enfraqueceram a coesão. O Ocidente perdeu centralidade. A foto das Torres metaforiza certezas frágeis: a História não caminha sozinha.
Crónica
Sobre Abraçar Jacarandás
Durante milhares de anos, o homem aproximava-se de uma árvore para sacar dela madeira, sombra, fruto, abrigo ou, em caso de extrema necessidade, um sítio onde enforcar alguém. O lisboeta contemporâneo aproxima-se para lhe transmitir afetos. É progresso, dizem. Não é. Eu diria antes que é o estágio terminal do conforto.
Crónica
Sobre a Precariedade Jovem
O socialismo e o milagre da multiplicação dos peixes, um livro de investigadores do ISCTE, leis laborais mais rígidas que reduzem a precariedade jovem. Com estes ingredientes todos, já se sabe o que aí vem, não é?
Crónica
Sobre a Emigração de Jovens em Portugal
Será que estamos perante uma vaga inédita de emigração de jovens em Portugal, em particular dos mais qualificados? Na verdade, não. Estamos como sempre estivemos. Temos é muito menos jovens.
Crónica
Sobre em Portugal só 20% dos ciganos trabalharem
Sobre um estudo da FRA, um inquérito sobre direitos, condições de vida e integração de ciganos ou roma e nómadas em permanente deslocação em 13 países europeus, que avalia o progresso face às metas da UE para 2030 em áreas como a discriminação, pobreza, educação, emprego, saúde e habitação.
Crónica
Para acabar com o mito de que o embargo a Cuba é a raiz de todos os males
O embargo dos EUA a Cuba não é um bloqueio naval nem uma proibição mundial de comércio. É apenas e só a proibição de empresas americanas negociarem livremente com Cuba; um conjunto de restrições financeiras ligadas ao sistema bancário dos Estados Unidos; e limitações a exportações específicas dos Estados unidos para Cuba.
Ensaio
Sobre as Baixas Médicas no Mercado Laboral Português
800 mil portugueses meteram baixa em 2024. Isto, por si só, explica muitos problemas de produtividade sem necessidade de grandes teorias económicas. Mas a divisão por género torna tudo ainda mais claro: as mulheres são 58,72% das baixas, contra 41,28% dos homens. Analisemos o que isto pode querer dizer.
