Recordamos o mundo fantástico e espampanante das revistas de literatura e arte de vanguarda do início do século XX: o dealbar de novas formas de modernidade, já pós industrial, que existiam numa atmosfera de vigor intelectual único e até agora pouco ou nada reeditado.
Breve descrição dos conceitos relacionados com os instrumentos lógicos dos mundos possíveis e da modalidade, num breve ensaio destinado a iniciados na matéria.
Sobre exposições sensacionalistas de comportamentos como assédio ou abuso moral ou sexual, recomendamos precaução e cepticismo quanto à denúncia colectiva e à histeria jornalística: as acusações devem ser analisadas ao pormenor e com objectividade, longe do clamor das multidões.
Sobre Rebecca, um ensaio fotográfico de Joana Fontinha, projecto que cultiva a alma espectadora com a lição do amor – do amor não correspondido, por exemplo, ou dos amores em que num par um se sobressai do outro nos afetos, nas carícias, nos desejos.
Parte ode, parte biografia, sobre o herói improvável Eddie the Eagle, esquiador olímpico em 1988, uma autêntica ave rara das ilhas britânicas, que passou, na qualificação e durante a própria competição olímpica, por uma série de inúmeras peripécias que vale a pena revermos.
Nota editorial sobre como as universidades só se podem colocar ao lado do tipo de sociedade onde as liberdades de pensamento e de expressão de facto existem, e não das sociedades onde essas liberdades tendencialmente ou em absoluto não existem.
Recordando António Nobre, poeta decadentista longe das lamúrias Bernardinianas ou do coração arrítmico de Pessanha, o mais lusitano de verbo, caso singular de entre os demais que partilharam com ele o sentimento da tristeza e o seu estado condescendente, a melancolia.