Num debruçar atento sobre alguns poemas que compõem Ostinato Rigore (1991), descobre-se a maneira como a “palavra plena”, enquanto ideal de espelho e de imagem da transparência do homem ao homem, é uma exploração constante da perfeição última do silêncio poético.
Sobre as influências e o modo literário em que o famoso poeta alemão Friedrich Hölderlin se move, passando pela invocação de alguns críticos e por uma breve análise da sua poesia.
Reflexão em volta de um filme de Alain Resnais e de um poema de Ruy Belo associados pelo mesmo título e pelo mesmo tópico – a inextricável mistura do amor, da memória, da culpa e da saudade.