Onde se propõe uma razão para alguma burguesia intelectual progressista ficar indignada com rusgas policiais só quando as pessoas são de certa cor: é porque vêem as minorias étnicas como seus animais de estimação.
Uma obra que aborda como arte, religião e literatura promovem o autoconhecimento, destacando reflexões do Papa Francisco e outros pontífices sobre a espiritualidade nas artes. A literatura é vista como um "ginásio de discernimento", crucial para o crescimento humano e espiritual.
Sobre as madrinhas de guerra, uma invenção criada pela necessidade de se manter o moral dos combatentes da I Grande Guerra, de modo a evitar insubmissões e deserções entre os contingentes militares.
Filmes natalícios nos quais o tempo não surge apenas como algo que se mede e se observa, mas como um elemento central, representado por relógios que marcam momentos decisivos ou transmitem mensagens profundas sobre o sentido da vida.
Posição editorial sobre assuntos pontualmente mal debatidos no discurso público: o assédio moral, o assédio sexual e as relações pessoais no mundo universitário.
Sobre o encerramento da unidade de investigação em filosofia da ciência da FCUL, entre o final de 2024 e início de 2025, onde se justifica porque foi tomada a decisão fácil e não a mais acertada.
Considerações e análise histórico-política sobre as circunstâncias, entre contingências e inevitabilidades, que levaram à formação do Reino de Portugal.
Alguns ineptos da vida pública portuguesa dão uma importância desmedida à carteira profissional, mas há um trabalho que os jornalistas não fazem e vamos aqui fazer, que é investigar em que países é que a creditação é exigida para exercer jornalismo. A resposta é: em muito poucos.
A indignação pífia de algumas jovens "tudólogas" com caricaturas feita com IA numa rede social leva-nos a revisitar um pouco a história do género, onde estabelecemos que em nada diferem da tradição de representação humorística de figuras públicas, e que a sátira é permitida tanto na lei portuguesa como nas plataformas sociais em geral.
As polémicas sobre a disciplina lectiva da Cidadania e Desenvolvimento têm-nos entretido: de usos políticos a ideológicos, pecam por se desligarem da realidade da escola, dos alunos e famílias, e por não perceberem o impacto e a função que esta disciplina se propõe a ter.
Uma análise detalhada às alegações levantadas por mais uma vaga sensacionalista e populista do movimento #metoo, desta vez na área do jazz português, em finais de 2024.