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Crónica

John Philip Sousa: O Rei das Marchas e as Suas Raízes Portuguesas

A história da música para bandas não se pode escrever sem mencionar o nome de John Philip Sousa, um sinónimo de marchas militares, de desfiles vibrantes, de patriotismo norte-americano em forma de pauta. O compositor de The Stars and Stripes Forever era filho de um madeirense, e essa herança lusitana nunca deixou de o acompanhar.

A sombra do pai: a performance e a psicologia na Presidência de Marcelo Rebelo de Sousa

Há anos que se observa que Marcelo Rebelo de Sousa vive sob a sombra e idolatria da figura paterna. Não só simbólica mas de comportamento, com visibilidade, protocolo e gestão calculada da imagem pública. Mesmo sem pretensões psicológicas, sugere-se que este padrão influencia a forma como Marcelo interpreta e exerce a Presidência.

Uma Narrativa dos assuntos de Portugal após 1383

Uma das Narrativas Desconhecidas, num pergaminho alternativo das Crónicas de Jean Froissart, pelo cavaleiro João Fernandes Pacheco, dos assuntos de Portugal após 1383, apenas um excerto em muitos.

Há mouros na costa!

O fenómeno da escravatura de brancos e católicos no Norte de África desmente a ideia de que a escravidão moderna foi apenas um fluxo unilateral de africanos para as Américas. A realidade era mais complexa e interligada: enquanto Portugal e Espanha participavam no tráfico negreiro atlântico, comunidades inteiras nas suas costas eram vítimas de uma escravização exercida a partir do Magrebe.

Galeria: Inéditas armas de Portugal nos Armoriais Medievais estrangeiros

Uma breve galeria com armas de Portugal nos Armoriais Medievais estrangeiros, entre 1380 e 1486.

Madina do Boé…«Aqui Não Havia Messes»

De simbologia é feito o lugar do Boé: terá sido aqui o início e o epílogo da guerra colonial da Guiné. Foi onde ocorreu uma das primeiras emboscadas que marcaram o início da luta de libertação do PAIGC e onde o partido de Amílcar Cabral proclama a independência do país.

Detesto ciclistas

Uma crónica sobre porque é que, nas cidades, se aplaude a morte de um forcado e se exige funeral digno para um caniche, enquanto no campo se enterra o cão no quintal com uma lágrima sincera e no dia seguinte se continua a lavrar.