A história da música para bandas não se pode escrever sem mencionar o nome de John Philip Sousa, um sinónimo de marchas militares, de desfiles vibrantes, de patriotismo norte-americano em forma de pauta. O compositor de The Stars and Stripes Forever era filho de um madeirense, e essa herança lusitana nunca deixou de o acompanhar.
Há anos que se observa que Marcelo Rebelo de Sousa vive sob a sombra e idolatria da figura paterna. Não só simbólica mas de comportamento, com visibilidade, protocolo e gestão calculada da imagem pública. Mesmo sem pretensões psicológicas, sugere-se que este padrão influencia a forma como Marcelo interpreta e exerce a Presidência.
Uma das Narrativas Desconhecidas, num pergaminho alternativo das Crónicas de Jean Froissart, pelo cavaleiro João Fernandes Pacheco, dos assuntos de Portugal após 1383, apenas um excerto em muitos.
O fenómeno da escravatura de brancos e católicos no Norte de África desmente a ideia de que a escravidão moderna foi apenas um fluxo unilateral de africanos para as Américas. A realidade era mais complexa e interligada: enquanto Portugal e Espanha participavam no tráfico negreiro atlântico, comunidades inteiras nas suas costas eram vítimas de uma escravização exercida a partir do Magrebe.
De simbologia é feito o lugar do Boé: terá sido aqui o início e o epílogo da guerra colonial da Guiné. Foi onde ocorreu uma das primeiras emboscadas que marcaram o início da luta de libertação do PAIGC e onde o partido de Amílcar Cabral proclama a independência do país.
Uma crónica sobre porque é que, nas cidades, se aplaude a morte de um forcado e se exige funeral digno para um caniche, enquanto no campo se enterra o cão no quintal com uma lágrima sincera e no dia seguinte se continua a lavrar.