Sobre o costumeiro pão de cada dia do Português Medieval, um estudo de caso — excerto de À mesa nas terras de Alcobaça em Finais da Idade Média, de Iria Gonçalves.
Anualmente, uma procissão da burguesia intelectual de esquerda, advinda de toda a área metropolitana de Lisboa, já sem apoio relevante das antigas classes operárias, e à qual a maioria da população local de Lisboa é alheia, celebra um golpe de estado com cinquenta anos que já diz pouco à maioria dos portugueses.
Sobre propostas políticas populistas de limite do valor das rendas de habitação e de comparações desadequadas entre realidades completamente distintas como Portugal e Holanda.
Serão as características que os outros percepcionam de nós um reflexo de uma dimensão que não percebemos, ou representam apenas um papel que desempenhamos, moldado pelo contexto e pelas expectativas sociais, uma máscara?
Sobre como a racionalidade é um mecanismo básico de sobrevivência que os humanos aplicam a uma vastíssima gama de situações, muitas das quais não têm a ver com a sobrevivência, mas resultam de fatores culturais.
A UNESCO declarou o ano de 2025 como Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quântica. Foi uma ideia feliz: a Física Quântica mudou definitiva e radicalmente as nossas vidas, e faz todo o sentido assinalar este 100º aniversário.