De Nova Orleães para o mundo: onde se recorda o “embaixador da alegria”, um pioneiro cantor e trompetista cujo nome é sinónimo da palavra jazz, Louis Armstrong (1901 – 1971).
Sobre a retórica e a dialética e como estas duas artes fundamentais na antiguidade para a robustez do pensamento e do discurso são hoje encaradas com desconfiança como meros artifícios de forma e não como substancialmente importantes.
Sobre o impacto que várias marcas portuguesas tiveram no universo automóvel e relojoeiro. Nos automóveis, uma destaca-se por ter criado o seu próprio motor. Na relojoaria, outra destacou-se por criar os seus mecanismos internos.
Pouco conhecida em Portugal sob a vertente intelectual, a revista Playboy representou uma revolução cultural não só pela exposição do erotismo mas também pelo espírito libertário que orientava a sua linha editorial, tanto nos conteúdos gerais como, em particular, nas entrevistas.
Onde se questiona se o advento do cinema implica uma rotura com tipos de representação mais familiares, as artes figurativas ditas tradicionais como a pintura e a escultura, que existiam antes. Na realidade, é o contrário que se passou.
Into the dark and light of obscure musical entries, this time featuring a punk and folk short-lived musician, a sould band from sixties Philadelphia and a portuguese dreamy female singer.
Sobre as expressões e história do jogo do pau, uma pouco conhecida e pouco divulgada arte marcial autenticamente portuguesa, de raízes europeias mas semelhantes a outras encontradas pelo mundo fora.
Sobre os recursos do planeta serem, na verdade, infinitos: uma tese contra-intuitiva baseada em factos que postula um ecossistema dinâmico tendo em conta (1) a complexidade dos seus elementos e das suas relações e (2) o registo da história da humanidade que conhecemos.
Várias recomendações de obras audiovisuais relacionadas com economia, abordando sistemas monetários, financeiros, económicos, famosos economistas e filósofos, e fenómenos económicos relevantes na actualidade.
Sobre duas falácias conceptuais: a ideia de que o criacionismo religioso é uma doutrina importante e dominante no cristianismo, e a ideia de que o criacionismo antropológico — pensar que há "povos" que são "originais" de sítios — tem validade antropológica.
Sobre um cronista e crítico oitocentista pouco conhecido, Philèas Lebesgue, que fez algumas leituras mais ou menos inéditas sobre aspectos da poesia de Cesário Verde.
Analisemos as seguintes falácias: ser-se jovem implica pugnar por transformação social; quem está na universidade deve ser necessariamente jovem; e qualquer pensamento crítico sobre a realidade deve levar à transformação social.
Importantes e sumários esclarecimentos sobre o recorrente uso erróneo dos termos e dos conceitos de genocídio, apartheid e colonização no discurso público e na imprensa.