Uma breve crónica sobre o uso suspeito, discutível, e muitas vezes absolutamente errado e perverso da expressão “o lado errado da história”, que pressupõe várias falácias e vários interesses frequentemente não declarados.
Sobre palavras mal usadas: mais um capítulo da rubrica que por vezes evocamos como lembrete de correcção geral em relação a alguns vocábulos de uso comum equivocado.
Aqui para nós, não se joga xadrez sem relógio, e já que usamos um relógio de xadrez, que seja, ao menos, um Heuer Chess Master. Fique a conhecer melhor este desporto, a evolução dos seus relógios e até algumas sugestões de filmes.
A partir de uma questão clássica da comédia com características seinfeldianas, reflecte-se se o humor é por inteiro socialmente determinado ou se existem coisas que têm graça por si só, a partir de quatro exemplos: macacos, bananas, flatulência e homossexuais.
Quatro pontos interessantes, desafiantes e polémicos do pensamento da intelectual Simone Weil, que acompanharam toda a história do seu pensamento mas que se substanciam muito fortemente num ensaio tardio da sua produção, “Human Personality”, escrito em 1943.
Nota editorial sobre quatro mitos urbanos da actualidade a propósito da expansão ultramarina ocidental, frequentemente descrita com um tom negativo e condenatório, com frequência veiculados no trato coloquial, na imprensa e na política.
De Nova Orleães para o mundo: onde se recorda o “embaixador da alegria”, um pioneiro cantor e trompetista cujo nome é sinónimo da palavra jazz, Louis Armstrong (1901 – 1971).
Sobre a retórica e a dialética e como estas duas artes fundamentais na antiguidade para a robustez do pensamento e do discurso são hoje encaradas com desconfiança como meros artifícios de forma e não como substancialmente importantes.
Sobre o impacto que várias marcas portuguesas tiveram no universo automóvel e relojoeiro. Nos automóveis, uma destaca-se por ter criado o seu próprio motor. Na relojoaria, outra destacou-se por criar os seus mecanismos internos.
Pouco conhecida em Portugal sob a vertente intelectual, a revista Playboy representou uma revolução cultural não só pela exposição do erotismo mas também pelo espírito libertário que orientava a sua linha editorial, tanto nos conteúdos gerais como, em particular, nas entrevistas.
Onde se questiona se o advento do cinema implica uma rotura com tipos de representação mais familiares, as artes figurativas ditas tradicionais como a pintura e a escultura, que existiam antes. Na realidade, é o contrário que se passou.
Into the dark and light of obscure musical entries, this time featuring a punk and folk short-lived musician, a sould band from sixties Philadelphia and a portuguese dreamy female singer.
Sobre as expressões e história do jogo do pau, uma pouco conhecida e pouco divulgada arte marcial autenticamente portuguesa, de raízes europeias mas semelhantes a outras encontradas pelo mundo fora.
Sobre os recursos do planeta serem, na verdade, infinitos: uma tese contra-intuitiva baseada em factos que postula um ecossistema dinâmico tendo em conta (1) a complexidade dos seus elementos e das suas relações e (2) o registo da história da humanidade que conhecemos.
Várias recomendações de obras audiovisuais relacionadas com economia, abordando sistemas monetários, financeiros, económicos, famosos economistas e filósofos, e fenómenos económicos relevantes na actualidade.