Sobre duas falácias conceptuais: a ideia de que o criacionismo religioso é uma doutrina importante e dominante no cristianismo, e a ideia de que o criacionismo antropológico — pensar que há "povos" que são "originais" de sítios — tem validade antropológica.
Sobre um cronista e crítico oitocentista pouco conhecido, Philèas Lebesgue, que fez algumas leituras mais ou menos inéditas sobre aspectos da poesia de Cesário Verde.
Analisemos as seguintes falácias: ser-se jovem implica pugnar por transformação social; quem está na universidade deve ser necessariamente jovem; e qualquer pensamento crítico sobre a realidade deve levar à transformação social.
Quatro teses académicas improváveis de pessoas públicas, duas portuguesas e duas estrangeiras: Fernando Madureira "macaco", em gestão desportiva; André Ventura, em direito, com contradições em relação a posições actuais; Rowan Atkinson, em engenharia electrotécnica; e Brian May, em astrofísica.
Importantes e sumários esclarecimentos sobre o recorrente uso erróneo dos termos e dos conceitos de genocídio, apartheid e colonização no discurso público e na imprensa.
Um breve texto sobre o decréscimo de qualidade operativa, de estatuto económico e de reputação social, da carreira de professor do ensino público desde há cinquenta anos para cá.
Sobre a perturbação obsessiva-compulsiva, um dos distúrbios neuróticos mais associados à criatividade e mais bizarros, cuja ocorrência não perturba a lucidez do sujeito, a que acresce um breve excurso sobre o direito a ter fobias e a ser má pessoa.
Na celebração dos 25 anos da famosa e muito burguesa discoteca Lux, apresenta-se o ponto de vista de algumas pessoas que, apesar de residirem em Lisboa ou arredores, apreciarem música electrónica e gostarem de sair à noite, estão-se nas tintas para esta tão icónica e badalada estância nocturna.
Neste início de ano lectivo, convidamos todos os interessados, dentro e fora das universidades, a submeterem propostas para artigos — ensaios, crónicas e críticas — que podem chegar-nos numa fase já concluída ou enquanto versões incompletas, meros esboços ou apenas ideias.
A propósito de conflitos bélicos em particular, reflecte-se sobre que tipo de sociedade é que permite o trabalho universitário e que tipo de sociedade é que não o permite — e consequentemente que posição é que a universidade deve tomar em certos conflitos.
Desde 2005 que Clayton Boyer vende planos para construção de relógios de madeira, onde é possível encontrar vários tipos de escapes e até relógios de berlindes. Os planos são baseados em relógios antigos e adaptados para poderem ser cortados manualmente.