Sobre as influências e o modo literário em que o famoso poeta alemão Friedrich Hölderlin se move, passando pela invocação de alguns críticos e por uma breve análise da sua poesia.
Interessante ensaio sobre como a noção convencional de música enquanto exclusiva construção cultural humana concreta pode ser estendida e aplicada ao reino dos restantes animais e aos sons que produzem.
Uma pesquisa num meio local brasileiro sobre se o acesso a aparelhos electrónicos e internet aumenta os casos de agressão por meio das redes de comunicação.
Onde se defende o Princípio das Possibilidades Alternativas de van Inwagen, argumentando que a responsabilidade moral se fundamenta nas crenças e desejos, permitindo ações alternativas apesar do determinismo, contra as críticas de Frankfurt e o compatibilismo.
Um breve ensaio sobre as ligações entre música contemporânea de vanguarda e música tradicional, descrevendo como as inovações musicais no séc. XX foram buscar influência a tradições primitivas de todos os continentes.
Sobre algumas escolhas de carreira do actor Charlton Heston e como podem reflectir a sua tendência politicamente conservadora, em particular na trilogia Soylent Green, Planet of the Apes e Omega man.
Sobre as diferenças fundamentais entre direitos e liberdades fundamentais e direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, na medida em que os segundos são dependentes de orçamentos avolumados e os primeiros não.
Sobre a unidade poética no sujeito da obra "Isilda", uma empregada de caixa registadora, na forma como ela apresenta uma leitura dos gestos, atitudes, expressões faciais, dos clientes frequentes, não só através das suas características mas também dos produtos consumidos ou em falta.
Sobre a qualidade absolutamente paupérrima, em termos formais e conteudísticos, da crítica de música contemporânea em Portugal ao longo de todo o período democrático pós-1974, situação que se mantém até ao presente.
Sobre o papel do humor em Kierkegaard, bem como o modo como o integrou no seu pensamento, a forma como se relaciona com a teoria dos três estádios da existência humana e, por fim, como dialoga com as categorias de cómico e de ironia.
Num romance de Ondjaki, o rapazinho Ndalu vive uma série de peripécias no seu dia-a-dia, muito vivas, muito pueris, convivendo com a família e com quem lhe é próximo: é com estes preceitos que assim se desenvolve um romance de formação.