Sobre a película 12 Angry Men (1957) e como a justiça e as leis do cinema concorrem juntas para o amadurecimento de uma absolvição silenciosa dentro de uma sala de jurados não necessariamente silenciosos.
Sobre noções de estado e propriedade e os diálogos que esses conceitos encontram nas obras de dois pensadores europeus da modernidade, Thomas Hobbes e Karl Marx.
Onde se analisa o filme Não há amor maior (1959) de Masaki Kobayashi à luz da visualidade de Nicholas Mirzoeff, explorando o conflito entre a visualidade imperialista (complexo de poder) e a contravisualidade, através da luta de Kaji contra o sistema na 2ª Guerra Mundial.
A Iniciativa de Cidadania Europeia é um instrumento de democracia participativa da UE: um milhão de cidadãos de sete Estados-Membros podem propor à Comissão actos legislativos não vinculativos. Regulamentada em 2011/2019, reforça a cidadania europeia e o funcionamento democrático da União.
O conceito de teatralidade à luz de Stanislavski, Zola, Pirandello e Chekhov desenha a sua evolução na transição que estes autores operam dentro do contexto de mudança do século XIX para o século XX.
Onde se examina o papel da figura feminina em Mensagem de Fernando Pessoa, destacando D. Tareja e D. Philippa de Lencastre como símbolos maternais e míticos que revitalizam a identidade nacional e projetam a Super-Nação futura.
Sobre a filosofia processual (por oposição a substancial) de Alfred North Whitehead e a sua aplicação à ética do ambientalismo e do anti-capitalismo contemporâneo.
Sobre a axiologia da União Europeia: como cada um dos títulos da Carta Dos Direitos Fundamentais da UE corresponde e desenvolve os vários valores subjacentes à construção europeia.
Uma visão sobre a representação das figuras das ninfas no período clássico grego em sua conexão com o período contemporâneo, fazendo um paralelo de sua atuação e objetivo enquanto imagem histórica.
Uma tentativa de revisão sistemática da literatura sobre os quadros clínicos associados à não-conformidade de género, apontando práticas psicológicas adequadas para lidar com os casos.
Onde se esclarece o olhar humorístico como possibilidade humana: estratégia experimental para lidar com o mundo, reagir ao sofrimento e atenuar o medo da morte, transformando a realidade e permitindo distância de si, transitando de situações aporéticas a novas possibilidades.
Reflexão em volta de um filme de Alain Resnais e de um poema de Ruy Belo associados pelo mesmo título e pelo mesmo tópico – a inextricável mistura do amor, da memória, da culpa e da saudade.
Sobre como sociedades modernas, construídas no totalitarismo da ideologia, são formas adaptadas de teocracia, regidas pela obediência cega a uma mundivisão cientista e burocrática.
Onde se analisa o conto Os Amantes de David Mourão-Ferreira, expoente da poesia portuguesa do século XX, para demonstrar a presença de uma poética erótica na sua narrativa, marcada por sensibilidade, intuição e sedução da palavra.
Várias interessantes reflexões sobre os compromissos médicos e filosóficos que se estabelecem na dicotomia e na interação entre fisioterapia e cirurgia.