Sobre o envelhecimento ativo e saudável e os limites e potencialidades emergentes da intervenção social generativa, quer junto do idoso quer junto das famílias cuidadoras.
Sobre os princípios espaciais da Constituição Sacrosanctum Concilium e os reflexos na conceção e na adequabilidade da arquitetura atual produzida no Alto Minho, tendo em conta o ritual e simbolismo litúrgico.
Sobre a necessidade de um sistema tributário progressivo para reduzir desigualdades, sugerindo a intributação mínima de bens essenciais e a tributação baseada na capacidade contributiva.
Um cenário distópico onde trabalhadores modernos perdem sua presença física, substituídos por avatares digitais. A alienação e o isolamento dominam, enquanto a conectividade virtual esconde a desumanização e a perda de identidade no ambiente de trabalho.
Sobre a revolução que sintetizadores e samplers proporcionaram à música no século XX, transformando a criação sonora, permitindo novas expressões musicais e redefinindo as relações entre músico e som.
Como a transição para o digital pode impactar a nossa herança cultural, comparando com civilizações antigas. Discutem-se benefícios e desafios, questionando se poderá entender-se a história se tudo for digital. Inclui questionários sobre percepções atuais.
O leitor que despreze a leitura do prefácio desconhecerá a complexidade narrativa deste romance: não se trata somente uma inquietante história de fantasmas da época vitoriana, mas sim de uma história sobre mecanismos de leitura; sobre efeitos que os livros – ou os seus narradores – prometem.