Sobre como o direito de resistência como direito jurídico positivo não legitima a desobediência a ordens segundo os parâmetros constitucionais, ao contrário do que sucede com o direito de resistência na sua formulação filosófica.
Sobre como o distributismo, teoria política ainda desconhecida por muitos, pode ser solução para a desorientação cultural e a necessidade de um mundo mais sustentável.
O tema da máscara em O Homem Duplicado, de José Saramago, sob três perspectivas: a máscara em relação ao nome, a máscara como disfarce e a máscara social como o sorriso.
Um estudo sobre o sentimento público da população portuguesa relativamente a António de Oliveira Salazar, 50 anos após a sua morte, usando a rede social Twitter.
Análise do romance O Que Fazem Mulheres de Camilo Castelo Branco como metaliteratura oitocentista, destacando prólogos, capítulo avulso, interrupções, erratas e suplemento que refletem sobre a escrita, a ficcionalidade e a virtude da obra ligada a Ludovina.
Sobre o papel fundacional da literatura, a par da pintura, na obra do cineasta americano David Lynch e como nela o uso profundamente simbólico e poético da palavra se emparelha exemplarmente com as imagens.
Uma abordagem que explora as relações intersemióticas entre fotografia e poesia, analisando leituras de texto e imagem e tipologias de textos mistos, híbridos e fusionais, destacando o potencial criativo da sua coexistência em objetos artísticos.
Poder e agência feminina no hinduísmo em Portugal: estratégias de poder feminino em contexto migratório, ou como a manutenção da fronteira étnica pode favorecer agência e poder no grupo feminino hindu em Portugal.
Análise do romance Alves & C.ª de Eça de Queirós como crítica à sociedade burguesa, explorando o adultério, a recusa do duelo trágico e o apaziguamento entre o sentimentalismo romântico e o pragmatismo moderno no protagonista Godofredo Alves.
Onde se analisa a retórica de Olavo de Carvalho em duas das suas obras, comparando sua visão da Roma antiga com a literatura especializada e identificando tópicas e técnicas argumentativas à luz de Cícero, Perelman e Aristóteles.