John Tierney’s 1996 essay “Recycling Is Garbage”claimed that mandatory recycling was wasteful, expensive, and symbolic rather than truly green. We revisit his arguments and examine 2026 realities. Tierney’s skepticism holds, but targeted innovations now make recycling viable for high-value materials when driven by economics, not ideology.
Analisar o Cânone Ocidental sem a literatura produzida por mulheres é inconcebível num tempo onde a igualdade de género é um dos temas mais na ordem do dia sob várias dimensões. Mas permanecem obstáculos à consagração das obras escritas por mulheres, uma inexplicável resistência, em particular no que diz respeito à produção redigida no passado.
A suposta substituição populacional do Ocidente, em especial da Europa, não é de modo algum uma conversa nova. Os seus defensores tendem a resumir a sua argumentação a um simples, rápido e eficaz “é estatística”. O problema é que se baseia numa interpretação errada dos dados. Aliás, ainda que lhes fossem mais favoráveis, esta estatística impossibilita a extrapolação que é a “extinção por substituição”.
Num mundo marcado pelo excesso de consumo, pelo desperdício e pela crescente pressão sobre os recursos, a biomimética convida-nos a olhar para a natureza não apenas como fonte de matérias-primas, mas como fonte de inteligência para repensar a forma como produzimos.
Comparar atitudes face ao ódio com as vitorianas face ao sexo choca: hoje o sexo é natural e o ódio maligno, mas há 150 anos era o oposto — ódio era comum e compreensível, e o desejo sexual era bestial, sujo e inadmissível. Mas nem um nem outro desaparecem só por serem banidos da esfera pública.
Crítica feroz ao mito da "Ditadura Neo-Realista", onde Alçada Baptista e outros exageram o poder do neo-realismo para o demonizar e exaltar Almada e Agustina. Não houve monopólio cultural; o mito serve vinganças ideológicas e distorce a história literária portuguesa.
Análise psicológica e sociológica sobre como o indivíduo modifica radicalmente o seu comportamento quando está inserido numa multidão. Primeiros três capítulos da obra A Psicologia das Multidões, de Gustave le Bon, de 1895.