Sobre de que modo os Jogos Olímpicos podem ser considerados práticas culturais imateriais, utilizando mais especificamente as suas cerimónias de abertura enquanto principal foco de debate, devido à sua natureza cultural e política.
Sobre a procriação clinicamente auxiliada à luz do princípio da dignidade da pessoa humana, e o Acórdão do TC n.º 101/09, de 03 de março, onde se determina de que forma a dignidade da pessoa humana pode ser usada como instrumento de interpretação auxiliar e se tenta estabelecer o seu âmbito de aplicação subjetivo.
Análise do papel da mulher na sociedade do Estado Novo, explorando de que forma a política e o conservadorismo moldaram as expectativas em torno da feminilidade e da maternidade, enquanto, apesar da repressão, se assinalam resistências feministas ao regime.
Tal como as pessoas, também os navios necessitam de uma nacionalidade que os identifique. Se para as pessoas a nacionalidade dos progenitores, do cônjuge, o país de nascimento ou país de vivência por um longo período poderão definir a nacionalidade, para os navios, já não é bem assim: a nacionalidade concedida não tem de possuir alguma relação com a nacionalidade ou com o país de residência dos seus proprietários.
Em 1825, Garrett publica Camões, marco do Romantismo português e da exaltação patriótica do poeta-soldado. A obra reforça o culto camoniano, destaca o escravo Jau e inspira literatura, arte e política. Camões torna-se símbolo eterno de Portugal.
Sobre como Tolkien recria o herói: não o aristocrata com dons divinos à maneira grega, mas o comum, como Samwise e Giles, que pela lealdade, amor e coragem frente ao inesperado se tornam grandes. O heroísmo, em Tolkien, nasce no ordinário e floresce em atos de sentido e sacrifício.