Há umas décadas, a produção cultural ainda tinha equilíbrio com as capacidades de atenção que um indivíduo podia dar. Mas com o desenvolvimento da internet e a revolução numérica, um abismo nasceu entre o acesso quase infinito aos produtos e a atenção que podemos dar.
Resguardada no interior transmontano, Favaios guarda em si uma grande riqueza histórica, arqueológica e cultural. A vila preserva um passado arqueológico de castros, epígrafes, cerâmica, com toques da Idade do Ferro e dos romanos que lá chegaram.
Sobre a filosofia de Maquiavel: como só em circunstâncias esdrúxulas é que o poder pode ser considerado um fim por si só, a dependência que o autor tem de uma determinação exacta do princípio e do fim dos efeitos, e sobre como o sua pensamento é de um optimismo salutar quanto à capacidade humana de avaliá-los.
Uma breve abordagem à musica nos vídeojogos, temática que tem vindo a ser cada vez mais alvo de estudo e investigação por vários académicos e compositores envolvidos no mundo dos media.
A "tez de lua cheia": sobre a diferença na prevalência do albinismo entre a Europa e a África, explicando também em que consiste a condição e as dificuldades para quem vive com ela.
Para Nietzsche, a realidade da situação humana é terrível: os valores epistémicos são permeáveis à ilusão e a descoberta de valores morais no mundo é uma falácia, sendo a realidade um fluxo e o humano um ser mergulhado na impermanência. Mas será a ilusão sempre má?
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Um texto profusamente ilustrado sobre a azulejaria portuguesa e as suas fases históricas ao longo dos séculos, relacionando-as também com movimentos da história da arte e da cultura.
No início de década de 90, Gilles Deleuze, escrevendo para o L’Autre Journal, avançou as bases para a interpretação de um novo momento organizacional. Esta interpretação brotou do trabalho desenvolvido por Michel Foucault – a sociedade da disciplina.
Como pôr o poema a falar: alguns breves apontamentos sobre interpretação, a história da crítica literária e comunidades intepretativas, com referências a críticos como Stanley Fish.
A estética sempre foi considerada como é tida hoje: apesar de usar termos diferentes, não alterava o seu significado da contemplação do Belo, uma transformação dos elementos alcançáveis através da intuição, da compreensão do Belo, da arte e depois da intuição do interior.
No contexto da Segunda Guerra Mundial, a Madeira, apesar de não possuir recursos naturais extraordinários, seria um local ideal para uma base aeronaval, o que levou a que os respetivos Estados-maiores das potências em conflito desenvolvessem planos de invasão e ocupação da ilha da Madeira.
O lugar (ou não lugar) do ciberespaço apresenta características dinâmicas e semelhantes às de um desafiante e perturbador itinerário labiríntico: um trajeto em transformação, sem um centro único, que avança num emaranhado de possibilidades que pode significar, entre outras coisas, a perda de individualidade.
É fundamental reconhecer uma abordagem particular de leitura para o poema Ode Marítima, de Álvaro de Campos, que não pretenda ser um método definitivo: o estudo de poesia exige aventurar-se além dos limites do que já se sabe sobre o próprio poema.