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Ensaio

As Demonstrações de Imaterialidade nos Jogos Olímpicos

Sobre de que modo os Jogos Olímpicos podem ser considerados práticas culturais imateriais, utilizando mais especificamente as suas cerimónias de abertura enquanto principal foco de debate, devido à sua natureza cultural e política.

O princípio da Dignidade da Pessoa Humana e a Procriação Medicamente Assistida

Sobre a procriação clinicamente auxiliada à luz do princípio da dignidade da pessoa humana, e o Acórdão do TC n.º 101/09, de 03 de março, onde se determina de que forma a dignidade da pessoa humana pode ser usada como instrumento de interpretação auxiliar e se tenta estabelecer o seu âmbito de aplicação subjetivo.

Feminismo e o papel da mulher na sociedade do Estado Novo

Análise do papel da mulher na sociedade do Estado Novo, explorando de que forma a política e o conservadorismo moldaram as expectativas em torno da feminilidade e da maternidade, enquanto, apesar da repressão, se assinalam resistências feministas ao regime.

Um Breve Estudo Sobre as Referências à Rainha Santa na Literatura Portuguesa

O impacto da vida e das lendas em torno da Rainha Santa Isabel na literatura portuguesa e, por inerência, na tradição popular.

Registo Internacional de Navios: Portugal, um Novo Atrator Fiscal?

Tal como as pessoas, também os navios necessitam de uma nacionalidade que os identifique. Se para as pessoas a nacionalidade dos progenitores, do cônjuge, o país de nascimento ou país de vivência por um longo período poderão definir a nacionalidade, para os navios, já não é bem assim: a nacionalidade concedida não tem de possuir alguma relação com a nacionalidade ou com o país de residência dos seus proprietários.

A construção da imagem de Camões como herói da pátria

Em 1825, Garrett publica Camões, marco do Romantismo português e da exaltação patriótica do poeta-soldado. A obra reforça o culto camoniano, destaca o escravo Jau e inspira literatura, arte e política. Camões torna-se símbolo eterno de Portugal.

Heroísmo em Tolkien: Heróis improváveis

Sobre como Tolkien recria o herói: não o aristocrata com dons divinos à maneira grega, mas o comum, como Samwise e Giles, que pela lealdade, amor e coragem frente ao inesperado se tornam grandes. O heroísmo, em Tolkien, nasce no ordinário e floresce em atos de sentido e sacrifício.