Onde se destacam quatro personagens unidas por um critério vastamente abstracto e sem nexo aparente. Fica ao critério do leitor encontrar as semelhanças, as diferenças, ou somente as associações que levaram ao seu encontro nesta publicação.
Sobre uma entrevista de Helena Roseta onde, no decurso da conversa, se percebe a miríade de vícios, mal-entendidos, falácias, e, principalmente, o buraco negro gigante de informações parcelares, erros de facto e de juízo, e redondas mentiras, a que as pessoas fundamentalmente ideológicas se entregam.
Nota editorial sobre como as universidades só se podem colocar do lado do tipo de sociedade onde as liberdades de pensamento e de expressão de facto existem, e não das sociedades onde essas liberdades tendencial ou absolutamente não existem.