O Assento das Ensinanças

Apontamentos de história — maioritariamente medieval mas não só — constituídos em parte por citações de fontes originais, noutra parte por citações de bibliografia especializada, e ainda pelas próprias impressões do autor, o nosso colaborador João Manuel Almeida.
Crónica
Carta de Juan I de Castela ao Concelho de Múrcia, a notificar a derrota no campo de Aljubarrota
Texto original da carta de Juan I de Castela ao Concelho de Múrcia, a notificar a derrota no campo de Aljubarrota, em Sevilha, 29 de Agosto de 1385.
Crónica
Uma Ordenação militar ao Concelho de Lisboa pelo Augusto Senhor D. Duarte (1436)
Excerto de Leitura Nova, Livro X da Estremadura, representando uma Ordenação militar ao Concelho de Lisboa por D. Duarte, em 1436.
Crónica
Sobre como a Bula Manifestis Probatum não criou Reino algum, porque ele já existia
Na primeira História de Portugal conhecida, de Fernando Oliveira, no séc. XVI, encontramos um ensaio muito interessante sobre a Bula Manifestis Probatum, que procura demonstrar o facto da Bula não criar Reino algum, porque ele já existia.
Crónica
A milícia dos Besteiros do Reino, a história dos mesmos
Excerto de A Arte da Guerra em Portugal, de Miguel Gomes Martins, sobre a história da milícia dos besteiros do reino de Portugal.
Crónica
Uma Cantiga de Escárnio a um Nobre de Guimarães e à sua família, no tempo de D. Afonso III
Uma Cantiga de Escárnio a um Nobre de Guimarães, D. Rui Gomes de Briteiros, e à sua família, no tempo de D. Afonso III, por estes não armarem bem os seus homens para a Guerra (transcrita em Português corrente).
Crónica
Sobre o ciclo anual de atividades rurais e comunitárias em uma vila medieval portuguesa
Excerto de José Mattoso sobre o ciclo anual de atividades rurais e comunitárias em uma vila medieval portuguesa, alinhado ao calendário litúrgico e às estações, com tarefas como matança de porcos, troca de ofícios, reparos no castelo, celebrações e gestão de recursos agrícolas e judiciais.
Crónica
Duarte Nunes de Leão sobre as mulheres Portuguesas
Trecho de Duarte Nunes de Leão, do séc. XVI, que escreveu um capítulo na sua "Descripçam do Reyno de Portugal" sobre as mulheres Portuguesas.
Crónica
Algumas alcunhas obscuras e cómicas na Idade Média Portuguesa
Algumas alcunhas obscuras e cómicas, até mesmo tornadas apelidos, na Idade Média Portuguesa. Descrição adaptada da obra O ser humano, fonte de humor na sua identificação, de Iria Gonçalves.
Crónica
Sobre o costumeiro pão de cada dia do Português Medieval, um estudo de caso
Sobre o costumeiro pão de cada dia do Português Medieval, um estudo de caso. Excerto da obra À mesa nas terras de Alcobaça em Finais da Idade Média, de Iria Gonçalves.
Crónica
Sobre a Casa da Guarda dos Augustos Primeiros Reis de Portugal
Sobre a Casa da Guarda dos primeiros reis de Portuga, excerto da obra A Guerra Cristã na Formação de Portugal - 1128-1249, de Carlos Filipe Afonso.
Crónica
Como um Pai Português foi desmembrado por se recusar a ordenar ao Filho que entregasse o Castelo ao Castelhano (1383)
Excerto da obra Crónica de D. Fernando, cap. LXXIX, de Fernão Lopes, relatando um dramático episódio em que um pai português foi desmembrado por se recusar a ordenar ao filho que entregasse o castelo ao castelhano, em 1383.
Crónica
Como os Sebastianistas e os apologistas do Quinto Império não são bons Portugueses, um excerto
Uma passagem da Crónica de D. Fernando, cap. LXXIX, de Fernão Lopes., explicando Como os Sebastianistas e os apologistas do Quinto Império não são bons Portugueses.
Crónica
Excerto de Fernão Lopes sobre o sofrimento das gentes de Lisboa, no cerco de 1384
Excerto da obra Crónica de D. João I, cap. CXLVIII, sobre o sofrimento das gentes de Lisboa no cerco de 1384.
Crónica
Sobre a Idade Média em Portugal, sociedade de grande envergadura e prosperidade
Excerto que corresponde a uma boa fatia de um extenso capítulo, o II da obra Paixão e Graça da Terra, de Luís de Almeida Braga - texto de muito primor e honra.
Crónica
O quotidiano do Município de Évora no séc. XIV, por meio de algumas inéditas Leis Municipais
Aspectos do quotidiano do município de Évora no sec. XIV: "Que ninguém atirasse esterco para o muro da Muralha Fernandina, nem coloque fogo às esterqueiras, sob pena de 10 libras destinada às obras do Concelho."
