Algumas alcunhas obscuras e cómicas [tornadas apelidos] na Idade Média Portuguesa (adaptado de "O ser humano, fonte de humor na sua identificação", de Iria Gonçalves).
Vivemos num mundo onde o tempo é uniformemente medido, com cada hora a representar o mesmo intervalo. Nem sempre foi assim: Durante um período significativo da história, o tempo era ajustado às variações naturais do dia e da noite. Este sistema das horas temporais dividia o dia em 12 partes de luz e 12 partes de escuridão, cuja duração variava ao longo do ano, refletindo o ciclo das estações e respeitando os ritmos da natureza.
Sobre o costumeiro pão de cada dia do Português Medieval, um estudo de caso — excerto de À mesa nas terras de Alcobaça em Finais da Idade Média, de Iria Gonçalves.
Anualmente, uma procissão da burguesia intelectual de esquerda, advinda de toda a área metropolitana de Lisboa, já sem apoio relevante das antigas classes operárias, e à qual a maioria da população local de Lisboa é alheia, celebra um golpe de estado com cinquenta anos que já diz pouco à maioria dos portugueses.
Sobre propostas políticas populistas de limite do valor das rendas de habitação e de comparações desadequadas entre realidades completamente distintas como Portugal e Holanda.
Excerto da "Crónica de D. Fernando", cap. LXXIX, de Fernão Lopes, relatando um dramático episódio em que um Pai Português foi desmembrado por se recusar a ordenar ao Filho que entregasse o Castelo ao Castelhano, em 1383.